Se no ano pretérito marcou o melhor desempenho desde 2021, oriente ano volta a descer um degrau. Portugal estabeleceu-se porquê o 37.º país mais competitivo do mundo, de concordância com o Ranking de Competitividade Mundial do IMD, ficando, pelo segundo ano continuado, avante dos vizinhos Espanha (39.º) e Itália (43.º). Portugal destacou-se pelos desenvolvimentos feitos nas infraestruturas e na eficiência governativa, enquanto a eficiência empresarial e económica deixaram a desejar. A redução da obediência do turismo, a reforma dos serviços públicos e a integração da imigração são alguns dos desafios para o país apontados pelo IMD e pela Porto Business School (PBS).
A descida de exclusivamente um lugar no ranking deste ano reflete “uma base competitiva inabalável num contexto global desconforme”, indicam os resultados. E foram as infraestruturas que montaram a base para o desempenho de Portugal. O país subiu para o 25.º lugar neste segmento, a melhor pontuação entre os quatro fatores analisados: infraestruturas, eficiência governativa, eficiência empresarial e desempenho poupado.
Para a subida no primeiro fator contou sobretudo a “manutenção dos bons resultados na ensino”, através da otimização nas infraestruturas básicas e científicas, assim porquê pelo propagação populacional e pela taxa de escolarização no ensino secundário.
Já os progressos nas finanças públicas, na política fiscal, no quadro institucional e na legislação empresarial fizeram com que Portugal saltasse seis posições para o 35.º lugar no que toca à eficiência governativa. O responsável do estudo refere que o país se destaca pela “crédito dos investidores estrangeiros” e por ter um governo eleito de forma livre. No entanto, aponta a “trouxa elevada de impostos reais sobre as pessoas” e o sistema de justiça pátrio porquê as maiores fragilidades neste segmento.
Se o país conseguiu subir nestes dois âmbitos, ficou, no entanto, aquém na eficiência empresarial, descendo três posições para 42.º lugar. Um “desempenho misto”, afirma o IMD, já que a produtividade, a eficiência e as finanças perderam força, enquanto o mercado de trabalho subiu ligeiramente. Cá, Portugal destaca-se pela positiva no número de trabalhadoras do sexo feminino na força laboral e pela cultura pátrio. Pela negativa ficam o desempenho dos mercados bolsistas, a fuga para o exterior de talento pátrio e a falta de formação de trabalhadores nas empresas.
Também no desempenho poupado o país desceu três posições, com pior performance da economia doméstica, que cai dez posições, à boleia da fragilidade no PIB real per capita e no desemprego jovem, aponta o ranking do IMD.
O que torna Portugal atrativo?
Os resultados da sondagem recolhida junto de decisores empresariais indicam que a disponibilidade de mão-de-obra qualificada e a fiabilidade das infraestruturas são os dois fatores que mais contribuem para a atratividade do país no que toca a investimento e atividade económica. A esta lista junta-se ainda os custos, que o estudo diz serem competitivos, assim porquê o proeminente nível de ensino que a população portuguesa assegura. Do outro lado da tábua, a política fiscal é o fator que afasta a atratividade.
Portugal tem uma longa lista de desafios pela frente para se tornar mais competitivo do mundo nos próximos anos. Para a IMD e a PBS, tudo passa por variar a economia. Para tal, afirmam que é preciso reduzir a obediência do turismo e “exposição a choques externos”. Depois, o estudo aponta para um reforço na ensino e qualificação em áreas porquê a gestão, as tecnologias digitais e a aposta na transição virente.
Os serviços públicos não ficam de fora da lista de prioridades. As duas entidades acreditam que a eficiência e sustentabilidade da economia portuguesa poderiam passar pela reforma de áreas críticas no setor público, sobretudo na saúde, justiça e ensino. Na demografia, os desafios são, dizem, integrar a imigração e adotar políticas de natalidade de forma a inverter a tendência.
Quanto às empresas, o IMD e a PBS acreditam que é necessário rever as leis de falência e de renovação empresarial para fortalecer a competitividade do tecido empresarial.
Suíça volta ao trono de mais competitivo
O ranking de competitividade mundial do IMD avaliou, oriente ano, 69 economias, com a Suíça a restaurar o primeiro lugar da tábua, que no ano pretérito foi assumido por Singapura, que recua para segunda posição. O pódio é completado por Hong Kong. Segundo o estudo, “estes países destacam-se pela sua firmeza institucional, capacidade de inovação e dinamismo poupado”.

