a d v e r t i s e m e n tO Presidente da República, Daniel Chapo, afirmou esta segunda-feira, 16 de Junho, que a geração da moeda pátrio, em 1980, simbolizou a conquista da soberania pátrio e a repudiação da “dominação estrangeira”.

“O sangue espalhado em Mueda não foi em vão, regou a terreno fértil da nossa independência e o metical (moeda pátrio), criado anos depois. É um dos resultados mais visíveis desta independência. O massacre de 1960, a nossa moeda, 20 anos depois, são sinais de que já não aceitamos que a nossa economia seja dirigida de fora, com moedas e critérios impostos, daí o nosso objectivo de lançar os alicerces para a nossa independência económica”, disse o Presidente da República.

O País celebrou esta segunda-feira, 16 de Junho, 45 anos da moeda pátrio, o metical, criada em 1980, e os 65 anos do massacre de Mueda, que ocorreu em 16 de Junho de 1960, na província de Cabo Ténue, um dos últimos episódios da resistência dos cidadãos nacionais face à dominação colonial portuguesa, antes do início da luta armada de libertação do País a 25 de Setembro de 1964 e que culminou com a independência de Moçambique a 25 de Junho de 1975.a d v e r t i s e m e n t

Ao lançar as celebrações dos 45 anos do metical e os 65 do massacre de Mueda, o director de Estado disse que a moeda pátrio foi criada também em prova da “soberania conquistada com tanto sacrifício”, pedindo a sua protecção para asseverar o propagação poupado do País.

“Ambas as datas (massacre de Mueda e dia do metical), embora separadas por duas décadas, estão unidas por um fio condutor, a repudiação da dominação estrangeira e a asserção incondicional do recta do povo de seguir o seu próprio sorte”, disse Daniel Chapo.

O governador do banco mediano, ao lançar as jornadas científicas do Banco de Moçambique, falou da estabilização do metical ao longo destes 45 anos. “Hoje, ao celebrarmos os 45 anos da sua existência, podemos declarar com segurança que o metical é uma moeda inabalável, que assegura com eficiência as transacções em todo o território pátrio, fruto de várias reformas feitas ao longo do tempo e que culminaram com a estabilização do nível de preços”, disse Rogério Zandamela.

A Lusa noticiou no dia 1 de Abril que o verba físico a rodear em Moçambique caíra 6,5% em Janeiro, para 66,9 milénio milhões de meticais (milénio milhões de dólares), o primeiro recuo em seguida dez meses de subidas, segundo dados do banco mediano.

De concordância com um relatório do Banco de Moçambique, o verba em circulação no País tinha atingido em Dezembro pretérito um sumo de 71,5 milénio milhões de meticais (1,1 milénio milhões de dólares), em seguida aumentos mensais consecutivos desde Março.a d v e r t i s e m e n t

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