A intensidade do maravilha El Niño de 2023-2024 começa a dissipar-se na África Sul, proporcionando um consolação parcial à crise cevar que assolou a região nos últimos meses. Países porquê Moçambique, Zâmbia, Zimbabué, Maláui e Lesoto, onde milhões de pessoas enfrentaram uma escassez severa de provisões, foram recentemente removidos da lista de “Pontos Críticos de Rafa” das Nações Unidas, indicam o Programa Nutrir Mundial (PAM) e a Organização para a Sustento e Lavoura (FAO) num relatório tornado público na segunda-feira, 16 de Junho.

Segundo o documento semestral sobre os pontos críticos de instabilidade cevar, dez países, incluindo Moçambique, foram retirados da lista prioritária posteriormente melhorias significativas nas colheitas, impulsionadas por melhores condições climáticas e menor ocorrência de fenómenos meteorológicos extremos.

Moçambique: consolação parcial, mas persistem desafios

O documento explica que “apesar de o País ter sido removido da categoria de preocupação máxima, o território pátrio continua a enfrentar níveis críticos de instabilidade cevar, sobretudo nas províncias do Setentrião, onde o conflito armado persistente em Cabo Fino continua a comprometer os meios de subsistência, a produção agrícola e o chegada humanitário.”

Entre Outubro de 2024 e Março de 2025, estima-se que 4,9 milhões de pessoas no País tenham enfrentado níveis de instabilidade cevar classificados porquê Crise ou Piores (Período 3 do IPC – Classificação Integrada da Segurança Nutrir), incluindo 912 milénio pessoas em situação de Emergência (Período 4 do IPC). Oriente número representa 24% da população analisada no País.

Estiagem provocada pelas mudanças climáticas compromete produção nas zonas rurais levando a penúria generalizada

Além do conflito, acrescenta o documento, “Moçambique foi fortemente simulado, na última estação chuvosa, por três ciclones – Chido, Dikeledi e Jude –, muito porquê por uma seca prolongada nas províncias do Setentrião, algumas das quais já anteriormente atingidas pela seca provocada pelo El Niño.” O relatório revela ainda que as colheitas foram severamente comprometidas, o que contribuiu para uma inflação cevar superior a 12% em Março de 2025.

Estas condições deverão continuar a praticar pressão sobre os mercados regionais de cereais, já fragilizados pelos efeitos climáticos de 2024.

Situação da região

Em relação aos outros países da África Sul, o documento do PAM e da FAO revela que a Zâmbia se destaca pela expectativa de uma colheita recorde de milho, estimada em mais de 3,6 milhões de toneladas – mais do duplo da produção do ano anterior, fortemente prejudicada. A África do Sul também registou um aumento de mais de 14% na produção de milho, “o que provocou uma descida de 13% nos preços futuros do milho branco, passando de mais de 18 milénio meticais (295,87 dólares) por tonelada, em Janeiro, para tapume de 15,8 milénio meticais (258,85 dólares)”.

Ainda assim, o relatório alerta que os progressos “são frágeis e podem ser revertidos caso voltem a surgir choques climáticos, económicos ou conflitos armados”. A período novo do maravilha climatológico El Niño-Oscilação Sul (ENSO) é considerada neutra, mas existe uma possibilidade de 50% de revinda do La Niña até Novembro, o que poderá afectar novamente os padrões de precipitação na região.

Países porquê Moçambique, Zâmbia, Zimbabué, Maláui e Lesoto, onde milhões de pessoas enfrentaram escassez severa de provisões, foram recentemente removidos da lista de “Pontos Críticos de Rafa” das Nações Unidas

Prevê-se que fenómenos porquê o El Niño e o La Niña se tornem mais intensos devido às alterações climáticas aceleradas, largamente atribuídas pela comunidade científica ao uso de combustíveis fósseis.

Riscos continuam elevados noutros pontos do orbe

O relatório alerta ainda para a sisudez da situação em países porquê Sudão, Palestina, Sudão do Sul, Haiti e Mali, identificados porquê pontos de preocupação máxima, onde as comunidades enfrentam já penúria, risco iminente de penúria ou níveis catastróficos de instabilidade cevar aguda, devido a conflitos armados, choques económicos e desastres naturais.

A República Democrática do Congo voltou a integrar a lista devido à intensificação dos seus conflitos internos. O relatório sublinha que a deterioração da situação em vários contextos está a ser agravada por restrições de chegada e por cortes significativos no financiamento da ajuda humanitária.

A classificação dos “Pontos Críticos de Rafa” das Nações Unidas inclui três categorias. A primeira refere-se a pontos de preocupação máxima, onde há risco real de penúria, com comunidades já em situação catastrófica (Período 5 do IPC). A segunda diz reverência a pontos de preocupação muito elevada, onde mais de 500 milénio pessoas ou mais de 10% da população analisada enfrentam níveis severos de instabilidade cevar (Período 4), com tendência de agravamento. A terceira categoria inclui países ou territórios onde se prevê um agravamento significativo da instabilidade cevar no pequeno prazo.

Apesar dos sinais encorajadores, as agências da ONU reforçam que será necessário manter e intensificar o base às comunidades mais vulneráveis da África Sul, incluindo Moçambique, para solidificar os ganhos recentes e evitar novos retrocessos.

Texto: Nário Sixpenea d v e r t i s e m e n t

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