
A fatura do gás procedente para os clientes do mercado regulado vai subir entre 21 e 36 cêntimos a partir de outubro, para a maioria dos clientes, de convenção com as simulações Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) para as tipologias de consumo mais representativas.
“O impacto na fatura do gás procedente (incluindo taxas e impostos), para as tipologias de consumo mais representativas (par sem filhos e par com dois filhos), traduz-se num aumento entre os 0,36 e os 0,21 euros na fatura mensal”, refere a ERSE em expedido.
Os preços do gás procedente vão subir 1,5% a partir de 1 de outubro, de convenção com a decisão do regulador conhecida esta segunda-feira, 2 de junho, e abrange os murado de 440 milénio consumidores que, no final de fevereiro, permaneciam no mercado regulado. No final de março, a proposta inicial da ERSE passava por um aumento de 4% na tarifa regulada do gás procedente.
“No mercado regulado, os preços de venda a clientes finais para consumos inferiores ou iguais a 10.000 metros cúbicos/ano, essencialmente consumidores domésticos, apresentam uma variação tarifária de +1,5%, face ao ano gás 2024-2025”, refere a ERSE.
De convenção com as contas do regulador, os preços de venda a clientes finais do mercado regulado vão registar, no conjunto dos últimos cinco anos, uma variação média anual de mais 4,6% no preço final.
A ERSE lembra, por outro lado, que no mercado livre, onde estava a maioria dos consumidores (murado de 1,1 milhões), os preços variam entre comercializadores e dependem da oferta mercantil contratualizada pelo cliente.
O preço final da fatura de fornecimento de gás procedente, quer no mercado regulado, quer no mercado livre, inclui o valor relativo às tarifas de aproximação às redes, reguladas pela ERSE, que refletem a utilização coletiva das infraestruturas de redes.
Já para a indústria, e consumidores em média pressão e baixa pressão, são estimados aumentos entre os 0,03 e os 0,15 cêntimos de euro por quilowatt-hora.
Os clientes com tarifa social, quer no mercado regulado, quer no mercado livre, continuam a usufruir de um desconto de 31,2%, calculado por referência aos preços de venda a clientes finais do mercado regulado.
Com Lusa
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