A Vale da Rosa afirma estar “preparada para crescer”, depois de ter visto o projecto de recuperação confirmado pelos credores, o qual prevê um perdão de dívida pelos bancos e a ingressão no capital de uma “joint-venture” espanhola, que fica com o controlo de 85% do grupo, deixando António Silvestre Ferreira e os filhos com os restantes 15%, caso a Mando da Concorrência (AdC) dê luz virente à operação de compra.

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