As bolsas norte-americanas terminaram mais uma sessão no verdejante, num momento em que os investidores avaliam as tarifas em vigor e futuros acordos comerciais, a ata da última reunião da Suplente Federalista e também enquanto antecipam o que aí vem da próxima “earnings season”, que arranca na próxima semana com os resultados da mesa norte-americana.


Donald Trump parece ter oferecido um dia de folga aos mercados financeiros e aos parceiros comerciais, já que não anunciou novas tarifas recíprocas (até ao momento), porquê tem feito ao longo da semana. Os visados já são mais de 20, incluindo o Brasil, que sofrerá uma taxa alfandegária de 50% quando os seus produtos entrarem em terras norte-americanas.


Mesmo assim, os investidores parecem estar já imunes aos constantes anúncios do Presidente dos EUA – pelo menos é mal os analistas vêem a situação. Já não há reações significativas, porquê aconteceu em abril, no “Dia da Libertação”. O foco está agora em 1 de agosto, a novidade data limite imposta por Trump para que os países cheguem a convenção mercantil com a maior economia do mundo. No entanto, há quem não acredite que a data marque o término da montanha-russa das tarifas. 


O S&P 500 atingiu um novo recorde ao tocar nos 6.290,22 pontos ao longo do dia e também no fecho, ao fechar com ganhos de 0,27% para 6.282,23 pontos. E não fica por cá: o tecnológico Nasdaq Composite repetiu o feito, e alcançou um novo sumo intradiário nos 20.655,39 pontos e um novo sumo histórico de fecho. Bastou-lhe subir 0,094% para 20.630,66 pontos. De fora dos recordes fica o industrial Dow Jones, que ganhou 0,43% para 44.650,64 pontos.


“Não há qualquer hipótese de termos transparência sobre as tarifas até 1 de agosto, o que torna impossível uma redução das taxas de renda em julho”, afirmou Tom Essaye, do The Sevens Report, em declarações à Bloomberg, isto depois de a ata da última reunião da Fed ter mostrado que os decisores políticos estão divididos sobre o impacto das tarifas.


A Suplente Federalista reúne-se mais uma vez a 29 e 30 de julho para deliberar sobre as taxas de renda na maior economia do mundo. Os “traders” apontam para duas descidas oriente ano. 


Entre os principais movimentos empresariais, a Tesla saltou 4,74% depois de anunciar planos de expandir o serviço “robotaxi” para os estados da Califórnia e do Arizona.


A Nvidia, que ontem ultrapassou os 4 biliões de dólares em capitalização de mercado, avançou mais 0,77%. O CEO da obreiro de semicondutores, Jensen Huang, terá se encontrado com o presidente dos EUA, Donald Trump, antes de embarcar noutra viagem com fado à China.


A Delta Airlines mais de 12% posteriormente ter revelado perspetivas bastante otimista para os resultados do próximo trimestre. 


A WK Kellogg disparou mais de 30% posteriormente a Bloomberg ter avançado que a italiana Ferrero vai comprar a obreiro de cereais por três milénio milhões de dólares. 

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