“Os relatos de total disrupção e inaptidão funcional sucedem-se, retratando um verdadeiro colapso na operação diária dos ‘handlers’, com atrasos significativos, constrangimentos logísticos e uma notória incapacidade de resposta à procura existente”, apontou a associação, em comunicado, manifestando “profunda preocupação” pela situação que dizem comprometer a competitividade do país.

Segundo a APAT, a falta de recursos do ‘handling’ (assistência em terra nos aeroportos) tem feito aumentar os tempos de trânsito e os custos operacionais, devido ao desvio de cargas para aeroportos concorrentes, como o de Madrid, em Espanha, onde depois é embarcada e transportada.
Esta situação, salientou, “acarreta perdas diretas para a economia nacional e para toda a cadeia logística que depende da eficiência” dos aeroportos nacionais e “fragiliza o papel de Portugal enquanto interface logístico estratégico, particularmente no modo aéreo”.
“A APAT tem acompanhado, com voz interventiva e crítica, a progressiva degradação do ‘handling’ em Portugal, na qual a aplicação de taxas arbitrárias – por parte da Menzies — teve um dos capítulos mais disruptivos de uma infeliz história que não deixaremos de contar e reportar”, acrescentou ainda.
A associação apelou, assim, à intervenção das entidades competentes, com medidas para garantir a “regularidade, transparência e eficiência” dos serviços aeroportuários.
Leia Também: Governo garante compromisso com ‘handling’ de qualidade para a TAP

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