A semana passada foi marcada pelo reaparecimento de José Sócrates no momento em que finalmente se iniciou o julgamento que todos, menos o próprio, queriam que acontecesse. Quase onze anos depois da sua detenção aparatosa na chegada ao aeroporto de Lisboa, eis que o velho primeiro-ministro se senta no banco dos réus. É muito tempo, diremos todos. É tempo insuficiente, dirá Sócrates ao revelar que tudo fará para que nascente seja unicamente mais um incidente no meio desta incrível história que tem sido a sua resguardo. No final veremos, se ainda cá estivermos, qual foi o resultado e quem ganhou com tudo isto. Mas uma vez que perdedores estarão a Justiça e todos nós, o povo, em nome do qual ela deve ser realizada.

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