A taxa de rendimento real da Zâmbia atingiu 1,5 pontos percentuais em Julho pretérito, o nível mais cimalha em seis anos depois a desaceleração da inflação, dando margem para o banco mediano reduzir os custos dos empréstimos pela primeira vez desde 2020.
De concordância com um cláusula publicado pela Bloomberg nesta quinta-feira 31 de Julho, a subida foi verificada depois o incremento dos preços desacelerar para 13%, o menor nível em quase dois anos. O Comitê de Política Monetária do Banco da Zâmbia anunciará sua próxima decisão sobre as taxas a 13 de Agosto.
A inflação anual dos vitualhas desacelerou para 15,3% em Julho, aquém dos 16,7% do mês anterior, e o incremento dos preços dos produtos não alimentares abrandou para 9,7%, aquém dos 10,3% registados em Junho. Os preços subiram 0,1% no mês.
O segundo maior produtor de cobre da África está a colher os benefícios do aumento do preço do metal. Isto levou o kwacha (moeda lugar) a valorizar quase 21% em relação ao dólar desde o início do ano — tornando-o uma das moedas com melhor desempenho do mundo entre as acompanhadas pela Bloomberg.
O país planeia também solicitar ao Fundo Monetário Internacional (FMI) uma prorrogação de 12 meses do seu programa, que termina em Outubro. Tal medida será vista com bons olhos pelos detentores de obrigações, uma vez que a pátria da África Sul tenta concluir um processo de reforma da dívida que se arrasta há anos.
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