Segundo as Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional do INE, esta evolução deveu-se ao incremento do Rendimento Disponível Bruto (RDB) das famílias, que aumentou 1,3% face ao trimestre anterior, “conjugado com o aumento de 1,5% da despesa de consumo final”.
A subida nas despesas de consumo final foi superior ao incremento de 1,3% do RDB, sendo que as variáveis “estão em termos nominais, o que, no caso do consumo final, significa que a sua evolução é também influenciada pelo incremento dos preços”.
Em termos reais, o consumo final aumentou 0,9% no ano feito no 1.º trimestre de 2025, indica o INE.
Já a capacidade de financiamento das famílias fixou-se em 4,4% do Resultado Interno Bruto (PIB), menos 0,2 pontos percentuais do que no trimestre anterior.
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