
A TAP apresentou esta quinta-feira um resultado líquido positivo de 37,5 milhões de euros no segundo trimestre do ano, o que representa uma quebra de 27,8 milhões de euros (menos 42%) face a igual período do ano passado. Já o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (EBITDA) foi de 256,3 milhões de euros (com uma margem de 23%), sendo o EBIT recorrente de 136,5 milhões de euros (margem de 12%). As receitas da empresa aumentaram 1,7% face a igual período do ano passado, totalizando 1.131,7 milhões de euros entre abril e junho. No segundo trimestre, a TAP transportou 4,4 milhões de passageiros, o que representa um aumento de 4,5% face ao período homólogo. Já o número de voos sitou-se em “cerca de 30 mil”, um aumento de 0,8% face a igual período de 2024. A capacidade de transporte da empresa (medida na métrica ASK) aumentou 4,8% no segundo trimestre e o load factor (a taxa de ocupação) atingiu os 85%, uma melhoria de 2,3 pontos percentuais face ao segundo trimestre de 2024. Já no acumulado dos primeiros seis meses do ano, a companhia aérea teve um resultado líquido negativo de 70,7 milhoes de euros, o que representa uma quebra de 45,9 milhões de euros face a igual período do ano anterior. Neste período, as receitas operacionais fora de 1.955,2 milhões de euros, uma diminuição de 1,0% face ao primeiro trimestre de 2024. O EBITDA do primeiro semestre foi de 259,2 milhões de euros (margem de 13,3%), uma redução de 18,3% face ao período homólogo. Já o EBIT recorrente foi de 17,3 milhões de euros, uma queda de 84,5% face ao primeiro semestre de 2024. Entre janeiro e junho, o ASK da empresa aumentou 2,3% e o load factor foi de 82,1%. Entre janeiro e junho, a empresa transportou 7,9 milhões de passageiros. O presidente executivo da TAP, Luís Rodrigues, sublinha em comunicado que “após um início de ano desafiante, a TAP registou uma performance positiva no segundo trimestre, com um aumento das operações e das receitas face ao mesmo período do ano anterior”. O CEO da companhia aérea sublinha ainda que os “constrangimentos severos” no controlo de fronteiras nos aeroportos nacionais “impactaram fortemente a nossa atividade”. “À medida que avançamos para lá do Plano de Reestruturação, as nossas prioridades mantêm-se claras: transformar a TAP numa empresa consistentemente rentável e atrativa, consolidando a eficiência operacional e a sustentabilidade financeira. Este percurso só é possível graças ao apoio contínuo dos nossos stakeholders e, acima de tudo, à dedicação das nossas pessoas”. (Notícia em atualização)
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