De combinação com o estudo, que a SVoucher — Associação Portuguesa das Empresas de Títulos Extrassalariais, promoveu em colaboração com a Novidade IMS, a “atribuição do subvenção de repasto em título (cartão de repasto) gera um impacto fiscal positivo de 87 milhões de euros e aumenta o PIB em 0,718% (1,74 milénio milhões de euros)”.
De combinação com leste trabalho, divulgado num transmitido, “isto significa que, por cada euro de consumo feito através do título de repasto, são injetados 3,15 euros na atividade económica e o PIB cresce 2,11 euros”.
No estudo, intitulado Impacto macroeconómico da titularização do subvenção de repasto em Portugal, a estudo “baseia-se na atribuição de 9,60 euros/dia (o montante sumo isento de subvenção de repasto em título em 2024) a 1,3 milhões de trabalhadores do setor privado”.
O cartão de repasto beneficia de vantagens fiscais, tanto para a empresa, uma vez que para o colaborador.
Ainda assim, de combinação com o estudo, “apesar das isenções fiscais inerentes, o título de repasto afigura-se sempre uma vez que vantajoso, tendo um impacto marcadamente positivo nas contas do Estado”.
“Ao estar isento de IRS/IRC e TSU, aumenta o montante talhado a alimento e o rendimento disponível em 738 milhões de euros”, lê-se na nota, o que se traduz “num incremento do potencial de consumo em 775 milhões de euros, visto que o título fomenta o consumo direcionado a um setor específico, em território vernáculo, e não permite, por exemplo, a poupança”.
De forma a responder a esta procura, indicou o estudo, “são criados 72.498 novos postos de trabalho (diretos e indiretos)”, ou seja, reduz-se o desemprego.
O estudo calcula ainda o impacto caso subisse o valor pago em cartão.
Assim, “o aumento do valor quotidiano do subvenção atribuído em título para 10,80 euros teria um impacto fiscal positivo de 98 milhões de euros, impulsionando o PIB 0,809% (em 1,96 milénio milhões de euros) e gerando 97 milénio novos postos de trabalho”, destacou.
Por outro lado, se o aumento fosse para 12 euros diários, o “impacto fiscal seria de 113 milhões de euros, com um reforço do PIB de 0,90% (2,18 milénio milhões de euros) e 108 milénio novos postos de trabalho”.
Paralelamente, se “o universo de beneficiários crescesse de 1,3 milhões para os potenciais 2,9 milhões”, o estudo estima que o atual efeito no desenvolvimento do PIB de 0,718%, ou seja, 1,74 milénio milhões de euros, “seria projetado para os 1,615% (3,91 milénio milhões de euros), com 192,3 milénio novos postos de trabalho gerados e um impacto fiscal positivo de 200 milhões de euros”.
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