A maior gestora de fundos imobiliários portuguesa, a Square Asset Management, anunciou esta segunda-feira, 16 de junho, um reforço na sua presença na Península Ibérica, com um investimento recorde num prédio de escritórios em Barcelona. A operação, avaliada em 44 milhões de euros, foi realizada à seguradora suíça Zurich, tornando-se na maior compra da Square em solo espanhol.
Pedro Coelho, diretor executivo da Square, afirma à Bloomberg que o investimento contribui para o aumento da meta de investimento da gestora para oriente ano. Em novembro, a gestora planeava um investimento entre os 100 e os 120 milhões de euros na compra de imóveis comerciais pela Península Ibérica. Com a compra do prédio em Barcelona, a meta de investimento aumenta para 200 milhões de euros. Segundo o diretor executivo, “não há falta de oportunidades, o que falta são recursos”.
A aposta da gestora lisboeta em ativos comerciais porquê edifícios de escritórios e centros comerciais surge numa fundura em que estes segmentos começam a restaurar dos desafios trazidos pela pandemia. A expectativa da gestora é que a procura pela compra destes espaços continue a aumentar em Portugal e Espanha, uma vez que oriente ano as suas economias continuam a superar o desempenho da zona euro. De convénio com dados da Cushman & Wakefield, a atividade de arrendamento em Madrid e Barcelona mantém-se “dinâmica”, enquanto o setor retalhista beneficia de “gastos resilientes dos consumidores”.
Com mais de 2 milénio milhões de euros em investimentos imobiliários e uma quota de mercado de 14%, a Square continua a solidificar a sua posição de liderança no setor. A empresa revela que está em temporada de desfecho de compra de um outro arrecadação logístico em Espanha, ainda sem detalhes: “Temos algumas ofertas em sincero, tanto em Portugal porquê em Espanha”, explica o CEO.
Quanto à novidade compra em Barcelona, o prédio possui uma extensão totalidade de 18 milénio metros quadrados, distribuídos por 23 andares. Atualmente é a sede do departamento de Direitos Sociais e Inclusão do governo catalão. A transação foi realizada em regime “off market”, com o esteio da consultora JLL. Segundo a gestora, a operação destaca-se porquê um passo estratégico num contexto de crescente dinamismo no setor imobiliário ibérico.
A venda do prédio insere-se na estratégia de desinvestimento da Zurich em Barcelona. A seguradora suíça tem vindo a alienar segmento do portefólio adquirido em 2014, fundura em que comprou um totalidade de 13 imóveis ao governo catalão, por 201 milhões de euros. Em 2006, o prédio tinha sido comprado pelo executivo catalão à Câmara Municipal de Barcelona, por 65 milhões.
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