Os bancos cabo-verdianos registaram um lucro associado recorde de 6,1 milénio milhões de escudos (55,3 milhões de euros) em 2024, segundo dados do banco medial a que a Lusa teve hoje entrada.
O valor representa mais 16% que no ano anterior, de concórdia com as tabelas de Indicadores do Sistema Bancário publicadas pelo Banco de Cabo Virente (BCV), que mostram um desempenho sólido da rendibilidade dos capitais próprios, ao manter-se em torno de 16%.
Noutros indicadores, o rácio de solvabilidade do setor cresceu algumas décimas e está na morada dos 24% – mantendo-se supra do mínimo regulamentar de 11,25%.
O crédito totalidade facultado pela mesa cresceu 5% para 158 milénio milhões de escudos (1,4 milénio milhões de euros), que é também um sumo histórico, e o crédito em incumprimento subiu 14% para 12 milénio milhões de escudos (109 milhões de euros) — com o rácio entre crédito em incumprimento e crédito totalidade a subir para 8%.
Do lado da liquidez, a mesa cabo-verdiana fechou o último ano com 280 milénio milhões de escudos (2,5 milénio milhões de euros) em depósitos, mais 7% que em 2023.
De concórdia com o BCV, o setor é constituído por oito bancos de autorização genérica.
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