A organização representativa do sector privado avançou estar disponível para trabalhar com o Governo na promoção de uma lavradio moderna, resiliente e sustentável em Moçambique, com vista ao desenvolvimento. A informação foi partilhada durante um encontro em Maputo, entre o Ministério da Lavoura, Envolvente e Pescas (MAAP) e a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA). Numa nota divulgada nesta quinta-feira, 7 de Agosto, o vice-presidente da CTA, Onório Manuel, defendeu que, nos próximos tempos, o País deve ter auto-suficiência nutrir e posicionar-se uma vez que um exportador competitivo, enfatizando a influência de políticas públicas consistentes e da crédito mútua entre os sectores. O responsável apelou à geração de um Fundo Catalisador para o Financiamento Agrícola, para impulsionar o investimento rústico, promover a inovação e fortalecer as cadeias de valor. No entanto, alertou para a urgência de se prometer uma gestão transparente, eficiente e inclusiva do fundo, abrindo espaço para a participação efectiva do sector privado desde a sua concepção até à implementação. Por sua vez, o ministro da Lavoura, Envolvente e Pescas, Roberto Albino, apelou à definição conjunta de metas claras e questionou a escassez de uma lei de desenvolvimento. “Há que se estabelecer uma agenda de trabalho concreta, antes de se abordar a urgência da existência de um banco devotado ao sector agrícola no País”, frisou. O governante destacou que se deve combater práticas ilegais no sector, com destaque para o contrabando de certos produtos. “Não podemos regularizar a ilegalidade, a classe empresarial deve purificar as suas fileiras e superar vícios”. E acrescentou: “O Governo está comprometido com o desenvolvimento do País e precisamos de trabalhar juntos para gerar um envolvente favorável ao agro-negócio.” Recentemente, o Ministério da Lavoura, Envolvente e Pescas disponibilizou 20 milhões de dólares (1,2 milénio milhões de meticais) para financiar a ergástulo de produção de sementes e melhorar as instalações de conservação e equipamentos. “O valor será talhado aos vendedores de produtos agrícolas e às empresas produtoras de sementes, e servirá para a modernização dos armazéns, compra de camiões e contratação de multiplicadores de sementes. A verba será alocada ainda para todos os que queiram produzir em grande graduação para fornecer às agro-indústrias e para comparticipação na compra de tractores e motobombas”, avança um enviado divulgado pela Lusa. Citado na nota, o ministro da Lavoura, Envolvente e Pescas apontou que o objectivo é transformar a lavradio num negócio rentável, para saber uma graduação de produção que permita nutrir todo o País. advertisement
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