O rapper e empresário Sean “Diddy” Combs foi considerado culpado de dois crimes de transporte para fins de prostituição. O produtor músico foi pronunciado singelo das acusações de conspiração para associação criminosa e de tráfico sexual. Os procuradores pediam uma pena até 15 anos de prisão. 


Os procuradores defenderam que Combs coagia mulheres a participar nas suas festas sexuais onde eram cometidos atos abusivos envolvendo profissionais do mundo da prostituição que eram por si contratados. Garantia que essas mesmas mulheres consumiam drogas uma vez que cocaína e manipulava-as ameaçando as suas carreiras ou através de chantagem com recurso a violência, que podia incluir sequestro, incêndio criminoso e espancamentos. Nas alegações finais a procuradora-assistente Christy Slavik reforçou que o cantor “é o líder de uma organização criminosa”: “Ele não aceita um não uma vez que resposta”.


Já o jurisconsulto de resguardo, Marc Agnifilo, retratou Diddy uma vez que uma vítima de procuradores excessivamente zelosos que “exageraram muito” o seu estilo de vida e consumo de drogas, que considera “recriativo” para levarem a cabo um “julgamento falso”.


“Ele não é zero disso. Ele é singelo. Ele está ali, singelo. Devolvam-no à família que o espera”, pediu nas alegações finais.

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