Os níveis de rendimento nos países africanos variam significativamente, moldados por uma combinação complexa de recursos naturais, diversificação económica, governação e pressões demográficas. As nações com os níveis de rendimento mais elevados tendem a ser aquelas com valores do Resultado Interno Bruto (PIB) relativamente robustos, economias diversificadas e investimento sustentado em sectores uma vez que a pujança, as finanças, as telecomunicações e o turismo.
Em muitos casos, os países africanos com rendimentos elevados beneficiam de recursos extractivos abundantes, uma vez que o petróleo, o gás ou os minerais, ou criaram sectores de serviços dinâmicos ancorados por centros financeiros e políticas favoráveis ao transacção.
Mas, um PIB saliente nem sempre se traduz numa distribuição equitativa do rendimento ou na melhoria do nível de vida da população em universal. Algumas economias com valores impressionantes de rendimento per capita continuam a debater-se com elevados níveis de desemprego, disparidades regionais e subinvestimento nos cuidados de saúde e na ensino.
Ou por outra, os choques externos, que vão desde as flutuações globais dos preços dos produtos de base até à instabilidade geopolítica, podem influenciar tanto as tendências de rendimento a limitado prazo uma vez que as trajectórias de desenvolvimento a longo prazo.
Categorias de rendimento global do Banco Mundial – 2025
A actualização da classificação do rendimento global do Banco Mundial para 2025 classifica 223 economias com base no Rendimento Pátrio Bruto (RNB) per capita. Os países estão agrupados em quatro categorias: ordinário, médio-baixo, médio-alto e cimalha rendimento.
Os dados mais recentes mostram que 93 economias têm agora o regime de rendimento saliente, enquanto 55 são de rendimento médio cimalha, 50 de rendimento médio ordinário e 25 continuam a ter rendimentos baixos.
As mudanças na classificação reflectem alterações no desempenho poupado, nas taxas de câmbio e na demografia, e orientam a ajuda ao desenvolvimento e as estratégias de investimento.
Entre os países africanos, unicamente nove foram classificados nos escalões de rendimento mais elevados – rendimento médio-alto ou cimalha. Oito outros países estão classificados no escalão de rendimento médio-alto.
Inferior estão os nove países com níveis de rendimento mais elevados de África:
A classificação destas nações em termos de rendimento realça a heterogeneidade económica do continente. As Seicheles são o único país africano classificado uma vez que tendo um rendimento saliente, impulsionado pelo turismo, pelo cimalha rendimento per capita e por instituições sólidas.
Os exportadores de petróleo, uma vez que a Argélia, a Líbia, o Gabão e a Guiné Equatorial, devem o seu regime às receitas dos hidrocarbonetos, enquanto o Botsuana e as Maurícias alcançaram um incremento manente graças a economias diversificadas e a uma boa governação. Já a África do Sul, apesar dos grandes desafios, continua a ser um líder poupado devido à sua força industrial e aos seus sistemas financeiros.
Estas classificações mostram que, embora muitos países africanos continuem a ter baixos rendimentos, alguns estão a progredir economicamente através de caminhos variados. As reformas sustentadas e uma melhor integração global serão fundamentais para alargar leste progresso.
Nascente: Business Insider Africa
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