A renda mediana dos 23.417 novos contratos de arrendamento até março atingiu 8,22 euros/m2, um propagação homólogo de 10% no valor e uma queda de 10,4% em número, avançou esta sexta-feira o Instituto Vernáculo de Estatística (INE).


No último trimestre do ano pretérito, a renda mediana dos novos contratos de arrendamento para habitação tinha aumentado 9,3%, apontou o INE nas Estatísticas de Rendas da Habitação ao nível lugar referentes aos primeiros três meses deste ano, com dados ainda provisórios.


Em relação ao mesmo trimestre de 2024, a renda mediana unicamente diminuiu no Alentejo Mediano (sub-região NUTS III).


As rendas mais elevadas registaram-se na Grande Lisboa (13,16 euros/m2), Região Autónoma da Madeira (10,44 euros/m2), Península de Setúbal (10,24 euros/m2), Algarve (9,92 euros/m2) e Dimensão Metropolitana do Porto (9,12 euros/m2).


Até ao final de março, verificou-se um aumento homólogo da renda mediana em 23 dos 24 municípios com mais de 100 milénio habitantes, destacando-se Gondomar (24,4%) com a maior variação homóloga e Lisboa com a maior renda mediana (16,00 euros/m2), embora com uma taxa de variação homóloga (5,1%) subalterno à pátrio (10%).


Braga (-0,9%) foi o único município a apresentar um decréscimo no valor da renda, relativamente ao trimestre homólogo.


Segundo os dados provisórios do INE, 16 dos 24 municípios com mais de 100 milénio habitantes apresentaram taxas de variação homóloga do número de novos contratos superiores ao valor pátrio (-10,4%), destacando-se Barcelos (4,2%) e Setúbal (3,0%), com as maiores variações.

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