Segundo Marco Martins, o projeto-piloto vai ter a duração de quatro meses e conta com uma embarcação com capacidade para 20 pessoas, que fará a relação entre as duas margens do rio Douro de hora a hora, em cada sentido, e com possibilidade de utilização do Erradio.
O serviço arranca às 07h30 de sexta-feira, na Afurada, e estão previstas “13 viagens em cada sentido de segunda a quinta-feira, 15 viagens à sexta, 13 ao sábado e 11 ao domingo”, especificou, esclarecendo que estas ligações poderão suportar ajustes se a procura pelo transporte fluvial se intensificar.
As viagens terminarão às 20h00 de segunda a quinta-feira. De sexta-feira a domingo, o último embarcação sairá do cais às 22h00.
Cada viagem “tem a duração de muro de sete minutos, quando de coche, num dia sem trânsito, dura entre 20 e 30 minutos e de transporte público muro de 50 minutos”, destacou.
O presidente da TMP disse que conseguir lançar oriente projeto-piloto na véspera dos festejos do São Pedro da Afurada (a discurso na noite de sábado para domingo) foi “uma corrida”, tendo em conta que as autarquias do Porto e de Vila Novidade de Gaia devolveram esta conhecimento à Superfície Metropolitana do Porto em 29 de maio.
Esta relação – que estará, para já, disponível até ao final de outubro – servirá também para fazer “um estudo real da procura”.
A TMP pretende perceber o potencial de fluxo desta relação, quer com os residentes das duas cidades, quer com turistas, por forma a, mais tarde, “lançar um concurso” para esta travessia fluvial.
Além de ser provável utilizar o passe Erradio (metropolitano e municipal) e o Erradio Z2, haverá bilhete a bordo, com um dispêndio de 2,25 euros.
Em 30 de maio, durante uma apresentação feita em reunião do Recomendação Metropolitano, Marco Martins confirmou que “não pode ter já um concurso” para o serviço, dizendo que o objetivo era ligas as duas margens do rio “ainda antes do São Pedro da Afurada”.
Na ocasião, o presidente da TMP salientou que, depois de decorrido o projeto-piloto, o estudo “irá naturalmente expor qual é a provável procura, a viabilidade económica e outros locais” ao longo de Gaia, Porto e Gondomar.
Em culpa está “a relação entre a Ribeira do Porto e o Cais de Gaia” e “mais a montante uma relação entre Gramido e Avintes”, e depois “uma eventual relação que possa vir pelo menos desde a zona de Gramido, passar no Freixo, tocar em Oliveira do Douro e depois vincular à Ribeira do Porto e Gaia”.
“Mas isto será para 2026, depois deste estudo”, referiu o responsável.
A travessia entre o Cais do Ouro e a Afurada, efetuada pela embarcação Flor do Gás, foi suspensa em 2020, mas a travessia foi retomada no verão de 2022, em regime excecional, durante as festas de São Pedro e o Festival Marés Vivas.
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