advertisemen tO Banco da Reserva do Maláui (RBM) introduziu novas contas bancárias especiais referidas como Contas da Diáspora Denominadas em Moeda Estrangeira (FCDA). Estas soluções bancárias visam facilitar o acesso dos malauianos residentes no exterior aos serviços da banca no país e incentivar o envio de remessas. Em comunicado, o vice-governador do RBM para a área económica e de regulação, Henry Mathanga, afirmou que os cidadãos nacionais podem agora abrir uma Conta da Diáspora em moeda estrangeira, desde que apresentem documentos adequados que comprovem que se mudaram, ou se mudarão, para exterior por um período mínimo de 12 meses consecutivos. Para abrir uma FCDA da Diáspora, os requerentes devem apresentar uma série documentos que vão desde uma carta de oferta de emprego, licença de trabalho ou carta de admissão de uma escola ou universidade por um período superior a 12 meses. Mathanga referiu que estas contas oferecem vários benefícios, alguns dos quais relacionados com menor burocracia na abertura e utilização da conta, maior facilidade para efectuar transferências de dinheiro dentro do Maláui e para o exterior e atendimento personalizado. O Banco Central esclareceu ainda que, caso o titular de uma conta da diáspora regresse ao país, de forma temporária ou permanente, os rendimentos obtidos no estrangeiro continuarão a ser tratados como fundos da diáspora, desde que seja apresentada prova da origem desses rendimentos. O comunicado acrescenta que o dinheiro enviado ou recebido através das FCDA da Diáspora não estará sujeito às regras de controlo cambial, facilitando assim as transacções internacionais. Os titulares das contas podem levantar moeda estrangeira uma vez por mês, até ao limite de 50% do saldo da conta. Qualquer levantamento acima desse limite carece de autorização do RBM. O RBM autorizou igualmente transferências de uma FCDA da Diáspora para outra FCDA da Diáspora, também de uma FCDA da Diáspora para uma FCDA de Não-Residente, assim como para uma FCDA de Residente, incluindo transferências para contas de casas de câmbio para levantamento em kwacha ou transferências bancárias. O Banco da Reserva afirmou estar empenhado em criar políticas que incentivem os malauianos da diáspora a continuarem a enviar dinheiro para o país, apoiando a economia nacional. Fonte: Nyasa Times

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