A principal expectativa sobre os resultados semestrais dos principais bancos portugueses estava em saber porquê teriam resistido à queda dos juros do Banco Meão Europeu (BCE). A subtracção do resultado líquido conjunto da Caixa Universal de Depósitos (CGD), BCP, BPI, Novo Banco e Santander acabou por ser residual, descendo 11,2 milhões de euros para 2,6 milénio milhões de euros. Trata-se de uma queda muito menor que a da margem financeira, que mede a diferença entre os juros cobrados e recebidos pelo sistema financeiro e encolheu em 348,8 milhões, ou 7,3%. A subtracção de quase 350 milhões na margem traduziu-se numa queda de “somente” 11 milhões no lucro, suportado aumento do volume de crédito à habitação, que foi impulsionado pela garantia do Estado. O jornalista Hugo Neutel analisa os números do primeiro semestre da carteira pátrio.

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