Estas são conclusões do relatório sobre tendências e previsões para o jornalismo e tecnologia “Journalism and Technology Trends and Predictions 2026” divulgadas esta semana e que recolheu respostas de 280 líderes de media de 51 países e territórios. Um número semelhante de ‘publishers’ (42%) descreve as aplicações de IA nas redações como “limitadas”, todavia o uso de tecnologias de IA por organizações de notícias continua a aumentar em todas as categorias, com a automação de ‘back-end’ (parte de uma aplicação ou ‘site’, responsável pela lógica, banco de dados e servidores) considerada “importante” este ano pela grande maioria (97%). Em relação a postos de trabalho, dois terços dos inquiridos (67%) afirmam que, até ao momento, não suprimiram nenhum posto de trabalho como resultado das eficiências da IA. Entrevistámos a investigadora e professora catedrática do Instituto Superior Técnico na área de Inteligência Artificial, Inês Lynce, sobre a utilização, riscos e boas práticas de ferramentas de Inteligência Artificial (IA) para saber mais sobre candidatos eleitorais. Miguel Patinha Dias | 11:47 – 13/01/2026 Porém, cerca de um em cada sete (16%) afirma ter reduzido ligeiramente o número de funcionários, mas mais um em cada dez (9%) acresceu novas funções ou custos. Face ao aumento de criadores de notícias e influenciadores, esta é uma preocupação para os editores em dois eixos. Mais de dois terços (70%) dos inquiridos estão preocupados que estes criadores de conteúdo estejam a tirar tempo e atenção do conteúdo dos editores. Quatro em cada dez (39%) temem estar em risco de perder os melhores talentos editoriais para o ecossistema de criadores, que oferece mais controlo e recompensas financeiras potencialmente mais elevadas. Leia Também: Regulador britânico abre investigação ao Grok por sexualizar imagens

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