De acordo com o boletim do serviço europeu de estatísticas, entre os países da UE, a utilização de ferramentas de IA generativa foi mais generalizada na Dinamarca (48,4%), Estónia (46,6%) e Malta (46,5%). Pelo contrário, as percentagens mais baixas de pessoas que utilizam ferramentas de IA generativa foram registadas na Roménia (17,8%), Itália (19,9%) e Bulgária (22,5%). Portugal está na 13.º posição da tabela e acima das médias da área do euro e da UE, com 38,7% (cerca de quatro em cada dez) de pessoas na faixa etária considerada a usar IA generativa. O termo ‘slop’, que significa conteúdo de baixa qualidade gerado por Inteligência Artificial (IA), foi escolhido como a Palavra do Ano 2025 pelo dicionário Merriam-Webster, foi divulgado segunda-feira, dia 15. Lusa | 07:21 – 16/12/2025 Na média da UE, a maioria das pessoas usou as ferramentas para fins pessoais (25,1%), enquanto 15,1% as utilizou para o trabalho e 9,4% para educação formal. Em Portugal, o uso para fins privados atingiu uma taxa de 33,1%, seguindo-se o uso para fins profissionais (20%) e educação formal (14,5%). As ferramentas de IA generativa podem criar novos conteúdos, como texto, imagens, código de programação, vídeos ou outros dados, com base nas informações disponíveis e nos padrões que aprenderam a partir de exemplos existentes. Para gerar este conteúdo, requerem um ‘input’ ou uma instrução (prompt) do utilizador. Leia Também: Quase metade dos profissionais de comunicação usa IA, mas falta formação

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