Já ouviu falar do processo de “onboarding” do cliente? A ideia é mostrar aos utilizadores tudo o que o seu produto ou serviço têm para oferecer, para que possam atingir os seus principais objectivos. Esta é a fase em que um membro da equipa ou uma solução automatizada apresenta todos os recursos da ferramenta: desde o registo na plataforma até às funcionalidades e formas de optimizar o acesso, entre outras questões. Existem diferentes tipos de “onboarding” que podem ser adoptados pelas empresas, dependendo das características dos clientes, do produto ou serviço oferecido e do modelo de negócio. Entre os principais, destacamos os seguintes: “Onboarding self-service” (integração com auto-atendimento) Indicado para produtos mais simples ou intuitivos, este modelo permite que o cliente siga o processo de “onboarding” de forma independente, por meio de materiais educativos como tutoriais, guias passo a passo e vídeos instrutivos. “Onboarding” assistido Aqui, estamos a falar de um tipo de onboarding ideal para produtos ou serviços mais complexos. Isto porque envolve um acompanhamento mais próximo de um profissional da empresa, como um gestor de conta, para guiar o cliente em reuniões online ou presenciais. “Onboarding” em grupo É usado para atender vários clientes ao mesmo tempo, especialmente quando eles têm necessidades semelhantes — por isso, pode ser menos custoso. É comummente usado no formato de workshops ou webinars, que abordam os primeiros passos e melhores práticas. “Onboarding” híbrido Como o próprio nome diz, combina elementos de outros tipos, como o “self-service” e assistido, permitindo que o cliente realize algumas etapas sozinho, mas conte com suporte sempre que necessário. Mas lembre-se! Cada tipo de “onboarding” deve ser escolhido a partir do perfil do cliente e do objectivo de proporcionar a melhor experiência possível. Fonte: RD Station
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