Cerca das 09h40 em Lisboa, o PSI mantinha a tendência da abertura e baixava 0,41% para 8.319,96 pontos, com 11 ‘papéis’ a descerem e cinco a subirem a cotação. O PSI terminou em 16 de outubro num novo máximo desde 16 de abril de 2010, de 8.340,83 pontos. Às ações das duas EDP seguiam-se as da Semapa, REN e Ibersol, que também se desvalorizavam, designadamente, 1,21% para 17,92 euros, 0,96% para 3,10 euros e 0,90% para 9,96 euros. As ações da Navigator desciam 0,72% para 3,05 euros, enquanto as da NOS e da Jerónimo Martins recuavam ambas 0,40% para 3,72 euros e para 20,16 euros. As ações da Teixeira Duarte, Mota-Engil e CTT também desciam 0,30% para 0,67 euros, 0,17% para 5,87 euros e 0,14% para 7,16 euros. Em sentido contrário, as ações da Corticeira Amorim, Altri e Galp subiam 0,82% para 7,36 euros, 0,60% para 5,05 euros e 0,41% para 16,98 euros. As outras duas ações que subiam de cotação eram as da Sonae (+0,28% para 1,43 euros) e do BCP (+0,13% para 0,76 euros). As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, no dia em que será divulgado o dado de inflação nos EUA, que chega com mais de uma semana de atraso devido à paralisação do Governo federal daquele país. O departamento de estatísticas do trabalho dos EUA publica hoje o dado de inflação de setembro, depois de em agosto ter subido duas décimas, para 2,9%, devido à política tarifária da Casa Branca. Depois de a bolsa de Wall Street ter terminado na quinta-feira em alta devido à valorização dos “papéis” das tecnológicas, a esta hora, os futuros avançam altas de 0,22% para o Dow Jones e de 0,45% para o Nasdaq. Na Ásia, as bolsas fecharam em alta. O Fundo Monetário Internacional (FMI) calcula que as economias da Ásia-Pacífico crescerão 4,5% em 2025, uma melhoria de 0,6 pontos percentuais em relação à previsão anterior, embora avise sobre o perigo do impacto das tarifas dos EUA e do aumento do protecionismo sobre as exportações da região. No caso da China, o FMI reviu em alta de oito décimas, para 4,8%, a previsão de crescimento para 2025. Num momento de tensão entre as duas maiores economias do mundo, está prevista uma reunião entre o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng. Enquanto isso, a China anunciou que ampliará o acesso ao mercado em setores sensíveis e não pedirá novos acordos preferenciais na Organização Mundial do Comércio (OMC). O preço do ouro, historicamente considerado um ativo de refúgio em tempos de incerteza, estava hoje a descer 0,92% com a onça a ser negociada a 4.095,04 dólares, contra um novo máximo de sempre, de 4.347,86 dólares, verificado em 20 de outubro. Por sua vez, o Brent, o petróleo bruto de referência na Europa, para entrega em dezembro, está a descer para 65,55 dólares, contra 65,99 dólares na quinta-feira, quando subiu mais de 5% devido aos receios de uma escassez de fornecimento desencadeados pelas sanções dos Estados Unidos contra as petrolíferas russas Rosneft y Lukoil. O euro avançava para 1,1610 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt, contra 1,1607 dólares na quinta-feira e o novo máximo de quatro anos, de 1,1865 dólares, verificado em 16 de setembro. Leia Também: PSI em alta com Galp a liderar ganhos a subir mais de 2%

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