
Cerca das 09h40 em Lisboa, o PSI, que desde 22 de setembro tem 16 empresas, mantinha a tendência da abertura e avançava 0,73% para 8.332,20 pontos, com 12 ‘papéis’ a subirem e quatro a descerem a cotação. O PSI terminou na passada quinta-feira num novo máximo desde 16 de abril de 2010, de 8.340,83 pontos. A Mota-Engil, através da sua participada Mota-Engil México, assinou novos contratos no México de valor superior a 1.000 milhões de euros, o maior dos quais para construção ferroviária no valor de 820 milhões de euros, informou a empresa na segunda-feira. Numa nota enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Mota-Engil explica que o novo contrato assinado com a Secretaria de Infraestructura, Comunicaciones y Transportes contempla o desenho e construção do segundo troço (entre Apaseo el Grande e Irapuato) da ligação ferroviária Querétaro–Irapuato, com uma extensão total de 70,7 quilómetros. A empresa já tinha conseguido, em agosto, a adjudicação do primeiro troço desta obra, que corresponde a um projeto estratégico dentro do Plano Ferroviário Nacional do México. Às ações da Teixeira Duarte e da Mota-Engil seguiam-se as da Sonae, EDP e REN, que também se valorizavam, designadamente, 2,02% para 1,41 euros, 1,49% para 13,58 euros e 1,29% para 3,14 euros. Mais moderadamente, as ações da Altri, Galp e Navigator avançavam 1,01% para 4,99 euros, 0,94% para 16,19 euros e 0,91% para 3,10 euros. As ações dos CTT e da Corticeira Amorim subiam 0,73% para 6,90 euros e 0,55% para 7,25 euros, bem como as da EDP (+0,45% para 4,47 euros) e da Semapa (+0,23% para 17,72 euros). Em sentido contrário, as ações da Ibersol e BCP cediam 0,50% para 10,05 euros e 0,24% para 0,76 euros. As outras duas ações que desciam de cotação eram as da Jerónimo Martins (-0,20% para 20,24 euros) e da NOS (-0,13% para 3,71 euros). As principais bolsas europeias abriram hoje com tom misto e com a atenção voltada para a publicação dos resultados empresariais do terceiro trimestre. Entre os dados mais destacados conhecidos até esta hora, estão a inflação homóloga do Reino Unido, que em setembro passado se manteve inalterada em 3,8%, continuando assim no nível mais alto desde janeiro do ano passado. Na Ásia, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou a cair 0,11%. Hoje foi divulgado que o Japão registou em setembro um défice comercial de 234.620 milhões de ienes (1.333 milhões de euros). Por sua vez, o índice de referência da bolsa de Xangai recuou 0,07%, o da de Shenzhen 0,62% e o Hang Seng de Hong Kong descia 1,02% pouco antes do final da sessão. Nos EUA, depois da bolsa em Wall Street ter fechado mista na terça-feira, os futuros avançam em leve alta de 0,13% para o Dow Jones e de 0,01% para o Nasdaq. A atenção neste país está voltada para os resultados da fabricante de veículos elétricos Tesla, que divulgará hoje os resultados financeiros dos primeiros nove meses, depois de registar um lucro líquido de 1.581 milhões de dólares no primeiro semestre de 2025, menos 39,4% que no mesmo período de 2024. O preço do ouro, historicamente considerado um ativo de refúgio em tempos de incerteza, estava hoje a subir 0,89% com a onça a ser negociada a 4.142,57 dólares, depois de na terça-feira ter descido mais de 5,8% para 4.113,53 dólares na terça-feira e de um novo máximo de sempre, de 4.347,86 dólares em 20 de outubro. Por sua vez, o Brent, o petróleo bruto de referência na Europa, para entrega em dezembro, está a subir para 62,33 dólares, contra 61,32 dólares na terça-feira. O euro recuava para 1,1601 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt, contra 1,1609 dólares na terça-feira e o novo máximo de quatro anos, de 1,1865 dólares, verificado em 16 de setembro. Leia Também: Wall Street fecha sem rumo mas com recorde do Dow Jones
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