
A Proteção Social considerou hoje a “situação muito mais firme” em termos de incêndios rurais em Portugal continental, destacando os fogos de Ponte da Barca, Vila Verdejante e Moimenta da Ourela uma vez que os mais preocupantes. Segundo o comandante pátrio de Emergência e Proteção Social, Mário Silvestre, a redução do número de incêndios durante a noite permitiu ter durante o dia de hoje uma “situação muito mais firme”. Mário Silvestre falava aos jornalistas no balanço quotidiano da Domínio Pátrio de Emergência e Proteção Social (ANEPC) sobre os fogos rurais em Portugal continental. O responsável disse que, no caso do queimação de Ponte da Barca, que atinge dimensão do Parque Pátrio Peneda-Gerês e hoje estabilizou, vai ser preciso mais uma semana para realizar trabalhos de consolidação e vigilância devido às condições do terreno, que é “extremamente montanhoso” e onde “as equipas” de bombeiros “têm muita dificuldade em progredir”. De consonância com a ANEPC, às 17:00 de hoje, havia 61 incêndios ativos e 53 em tempo de solução ou desenlace. Hoje, três bombeiros e um técnico do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas ficaram feridos. Sete pessoas foram transportadas para o hospital, mas já tiveram subida. O comandante pátrio de Emergência e Proteção Social exortou as pessoas a contribuírem para “o finalidade da resguardo da floresta” quando as previsões meteorológicas apontam para o agravamento do calor a partir de domingo.
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