
Os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e os seus aliados (OPEP+) vão estar reunidos no próximo domingo, 3 de agosto, e espera-se que voltem a anunciar a ingressão de mais crude no mercado. A suceder, fica concluída a reversão de um dos acordos que funcionou nos últimos anos e que retirou “ouro preto” da oferta para sustentar os preços.
Desde 2022, o grupo pôs em vigor três acordos de namoro da oferta, retirando um totalidade de 5,85 milhões de barris por dia do mercado (5,7% da procura mundial) com o intuito de ajudar a uma subida das cotações. Um dos acordos, em vigor desde novembro de 2023, implicava um namoro de produção voluntário, de 2,2 milhões de barris por dia, por segmento de oito países (Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã). E é esse que vai deixar de viver.
Levante grupo pretendia faseadamente encetar a repor esses 2,2 milhões de barris no mercado, a partir de outubro de 2024, mas os baixos preços do “ouro preto” foram adiando a decisão — até ao segundo trimestre deste ano. Em março pretérito, os oito países responsáveis por estes cortes voluntários (o que lhes vale a designação de V8) anunciaram que iam aditar à oferta, em abril, 138.000 barris por dia. E não se ficaram por aí: decidiram depois açodar a início das torneiras, com a libertação de 411.000 barris por dia em maio, junho e julho. Na reunião do mês pretérito, voltaram a surpreender, já que definiram 548.000 barris de ingressão em agosto. E é precisamente esse mesmo volume que se espera agora que seja anunciado para setembro — e com o qual ficam totalmente repostos os 2,2 milhões de barris.
2Queda
Os preços do petróleo caem mais de 2%, em Londres e Novidade Iorque, no reunido do ano.
Os restantes dois acordos derivam de um mesmo entendimento, definido no namoro de 3,66 milhões de barris por dia. Levante namoro está dividido em duas partes: a retirada voluntária de 1,66 milhões de barris por dia (por segmento dos mesmos oito países que estão prestes a terminar o outro tratado) e de mais dois milhões de barris diários — repartidos por todos os membros. Levante último, que é universal, expira no término de 2026.
A teoria do V8 era encetar, a partir de outubro próximo, a repor também na oferta os 1,66 milhões de barris diários de produção que têm retido — mas, atendendo a que os preços do petróleo continuam negativos no reunido deste ano, a cederem mais de 2% tanto em Londres uma vez que em Novidade Iorque, o grupo já veio manifestar que deve diferir essa decisão.
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