
O Presidente da República defendeu esta quinta-feira que o combinação mercantil entre a União Europeia e os Estados Unidos “é bom para os dois” lados, salientando que Donald Trump percebeu a valimento de colaborar com a Europa. Em declarações aos jornalistas na Base Aérea das Lajes, na Terceira, Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou, posteriormente ser questionado sobre o combinação mercantil entre os EUA e a UE, que é positivo que o Presidente norte-americano, Donald Trump, “tenha percebido que uma colaboração entre América e Europa deve ser reforçada no presente e no porvir”, ampliado o combinação “é bom para os dois” lados. O Presidente da República argumentou que “os números que chegaram do incremento poupado (no segundo trimestre) da América e da Europa e de Portugal” são a “prova de que é bom para os dois”. “Ou seja, a geopolítica não é indiferente para a economia. Quem decide a sua vida economicamente, desde trabalhadores a empresários, sabe que uma coisa é deliberar no meio da incerteza e da imprevisibilidade, quem é que vai investir, quem é que vai trabalhar, quem é que cria mais novos empregos. Ou numa situação inabalável. O primeiro trimestre estava subjugado pela teoria da instabilidade”, afirmou. Marcelo sublinhou também que levante tipo de decisões “são sempre temporárias, reversíveis, conforme as conjunturas” e, por isso, devem ser analisadas “com muito desvelo”. O Presidente da República disse ainda que iniciar a sua visitante aos Açores pela Base das Lajes é “um sinal político que toda a gente percebe”, enfatizando a posição “politicamente muito sensível” do arquipélago em questões geopolíticas. O combinação mercantil entre a UE e os Estados Unidos, conseguido no domingo, fixa em 15% as tarifas aduaneiras norte-americanas sobre os produtos europeus. O combinação prevê também o compromisso da UE sobre a compra de virilidade norte-americana no valor de 750 milénio milhões de dólares (muro de 642 milénio milhões de euros) — visando nomeadamente substituir o gás russo -, o investimento de 600 milénio milhões adicionais (514 milénio milhões de euros) e um aumento das aquisições de material militar. No dia seguinte a ser espargido levante combinação, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, considerou que levante “traz previsibilidade e firmeza” à economia e “evita a escalada”, mas alertou para as novas exigências que surgem.
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