
Praças asiáticas registam ganhos. Europa aponta para preâmbulo em subida Os dados do ofício nos EUA, divulgados na semana passada, continuam a fazer mexer os mercados, numa profundidade em que se perspetiva que a Fed poderá ter que proceder a um galanteio das taxas de rendimento uma vez que forma de estimular a economia norte-americana. Isto numa profundidade em que a política internacional dos EUA continua na mira dos investidores. O presidente americano, Donald Trump, ameaçou aumentar as tarifas para a Índia caso o país não deixe de comprar petróleo russo. As tarifas impostas pelos EUA aos parceiros comerciais continuam a gerar efeitos secundários. Por exemplo, a China decidiu furar o mercado ao moca brasílico em resposta às taxas norte-americas impostas ao país da América do Sul. “Há sinais de fragilidade em algumas partes da economia dos EUA, o que reforça a teoria de que, talvez não em setembro, mas certamente ainda leste ano, a Fed continue no caminho para um eventual refrigério monetário, possivelmente por duas vezes”, analisou Rodrigo Catril, da dimensão de estratégia do Banco Pátrio da Austrália, citado pela Reuters. Neste contexto, as praças asiáticas terminaram a sessão desta terça-feira com ganhos. Na China, o Hang Seng de Hong Kong avança 0,53%, enquanto o Shanghai Composite sube 0,89%. Já no Japão, o Topix avançou 0,70% e o Nikkei 225 ganhou 0,74%. O sul-coreano Kospi teve ganhos de 1,60%. Nos futuros da Europa, o Stoxx 50 está com ganhos de 0,50%, o que aponta para um arranque de sessão positivo para as praças europeias.
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