O Presidente da República Daniel Chapo apelou esta segunda-feira, 23 de Junho, à Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) para solidificar o seu papel estratégico no desenvolvimento do País, sublinhando o orgulho pátrio que representa a gestão moçambicana daquela infra-estrutura energética, informou a filial Lusa.

Segundo o órgão, durante as celebrações dos 50 anos da HCB, na vila de Chitima, província de Tete, o gerente do Estado destacou a valor da empresa uma vez que motor de desenvolvimento e símbolo da capacidade pátrio. “Cahora Bassa não é unicamente uma barragem, é um legado e uma enunciação de que Moçambique é capaz de liderar projectos desta dimensão”, afirmou.

Chapo defendeu a filiação de novas estratégias para potenciar o valor energético da HCB, com vista à transformação industrial e à independência económica do País, apelando ainda à restauração das infra-estruturas existentes e à sua asseveração uma vez que referência continental na geração de vigor.a d v e r t i s e m e n t

O Presidente da República sublinhou também os marcos históricos da empresa, destacando a reversão da sua gestão de Portugal para Moçambique em 2007, considerada uma “novidade era” e motivo de orgulho pátrio. Em 2019, a HCB tornou-se a primeira “grande empresa estatal” a entrar na Bolsa de Valores, com lucros recorde de 14,1 milénio milhões de meticais em 2024.

Com murado de 1400 trabalhadores, todos nacionais, a HCB é, segundo Chapo, “um exemplo de conhecimento e patriotismo”, gerida exclusivamente por quadros nacionais. “Oriente feito representa a emancipação plena e a crédito no nosso potencial humano”, declarou.

Detida em 85% pela Companhia Eléctrica do Zambeze e em 7,5% pela portuguesa REN, a HCB é “uma das maiores produtoras de electricidade na África Sul”, com capacidade instalada de 2075 megawatts.a d v e r t i s e m e n t

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