Na última sexta-feira, ‘voaram’ para Portugal dois segundos prémios do Euromilhões, num valor superior a dois milhões de euros. No totalidade, sete apostadores (cá e lá fora) conseguiram levante prémio, mas a verdade é que nem todos vão receber o mesmo. 
 
Tal porquê recordou o luxemburguês Contacto, num item publicado esta segunda-feira,  o valor dos prémios são idênticos por toda a Europa, mas os portugueses recebem menos e, na verdade, o país é dos mais exigentes a nível fiscal. 
Tal porquê analisou o Notícias ao Minuto, exclusivamente Portugal, Espanha e Suíça têm impostos sobre os ganhos, o que faz com que os apostadores não recebam o prémio totalidade. Nos restantes países, os jogadores estão isentos. 
No caso específico de Portugal, os prémios atribuídos de valor superior a 5.000,00 euros estão sujeitos a imposto do selo, à taxa permitido de 20%, nos termos da legislação em vigor.
Em Espanha, também é aplicada uma taxa de 20%, mas só quando os prémios ultrapassam os 40 milénio euros. Prémios inferiores estão isentos. 
No caso da Suíça, é aplicada uma taxa de 35%, mas só nos prémios com valores supra de um milhão de francos suíços (mais de um milhão de euros). Todavia, as regras podem variar conforme o cantão, uma vez que cada um tem autonomia fiscal. 
Note-se que participam nos sorteios do Euromilhões nove países.
Relativamente aos prémios de sexta-feira, o Estado português vai ‘encaixar’ murado de  547 milénio euros – pelos dois prémios recebidos – em imposto de selo relativamente ao prémio de 2.737.810,69 euros.

O jackpot foi de 250 milhões de euros, o maior prémio a jogo de sempre.
Notícias ao Minuto | 07:52 – 07/06/2025

Leia Também: Euromilhões não pode ultrapassar os 250 milhões. Porquê? Eis a resposta

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