
Maria da Graça Carvalho disse também que o país vai a Belém, no Brasil, onde decorre a COP30, na expectativa serem alcançados “resultados muito concretos” em várias áreas, sobretudo na mitigação, mas também na adaptação às alterações climáticas. A ministra falava numa iniciativa da embaixada do Brasil em Lisboa, chamada “Get2COP30 — Rumo à Amazónia”, a propósito da cimeira, que se realiza de 10 a 21 de novembro mas que terá uma cimeira de líderes nos dias 6 e 7 de novembro. Maria da Graça Carvalho salientou a importância de o Brasil dar ênfase à transição justa, incluindo na cooperação internacional, e recordou iniciativas nacionais como a de conversão de dívida, nomeadamente de Cabo Verde, em projetos de desenvolvimento sustentável. “Queremos reforçar a cooperação em torno de objetivos comuns”, disse, salientando que essa iniciativa sobre as dívidas pode contar para a redução de emissões de Portugal (até 3%), mas frisando que o Governo já o fazia antes de tal ser possível. Na cerimónia, o embaixador do Brasil em Portugal, Raimundo Silva, salientou que a COP30 é a primeira cimeira da ONU sobre o clima num país lusófono e será “uma oportunidade única” para a comunidade lusófona apresentar ao mundo as suas ações concretas na luta climática. “Queremos que a COP30 seja um verdadeiro marco na luta contra as alterações climáticas”, disse o embaixador. Leia Também: Ambientalistas e cientistas pedem medidas urgentes para salvar Pantanal
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