Os dados constam do Boletim Setentrião Lance, elaborado pela Percentagem de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Setentrião (CCDR-N), que tem porquê tema “O mercado de trabalho do Setentrião (2011-2024)”.
 
“Entre 2011 e 2024, o mercado de trabalho do Setentrião evidenciou uma recuperação sólida, sustentada pelo propagação do ocupação, mas também por uma transformação estrutural da região assente no reforço das qualificações, configurando um novo paradigma de desenvolvimento socioeconómico na região”, destaca o estudo.
De combinação com o estudo, a população empregada no Setentrião atingiu o valor de 1,77 milhões em 2024, o que corresponde a um acréscimo líquido de 230 milénio postos de trabalho face a 2011 e a um propagação amontoado de 14,9%.
“O Setentrião foi a região portuguesa que mais criou empregos nesse período, seguido pela Grande Lisboa (mais 180 milénio) e pela Península de Setúbal (mais 70 milénio), salienta ainda o estudo.
O boletim revela um ocupação mais qualificado, com o número de pessoas empregadas com ensino superior no Setentrião a aumentar 107,3%, passando de 275,5 milénio para 571,1 milénio, e os empregados com escolaridade até ao 3.º ciclo do ensino indispensável a diminuir 32,7%, de 971,5 milénio para 653,4 milénio.
De combinação com o documento, o Setentrião perdeu 99,7 milénio empregos no grupo etário dos 16 aos 44 anos, enquanto a população empregada entre os 45 ou mais anos aumentou em 329 milénio.
Apesar da queda do ocupação no segmento dos 16 aos 44 anos, o número de pessoas empregadas com ensino superior neste grupo etário aumentou de 205,5 milénio para 340,8 milénio.
No mesmo período, o ocupação no setor de serviços no Setentrião cresceu 30,4%, evoluindo de 888,5 milénio para 1.158,2 milénio pessoas empregadas, o que resultou na geração líquida de 269,7 milénio postos de trabalho.
Em contrapartida, as indústrias transformadoras mantiveram praticamente o nível de ocupação, enquanto o setor primordial registou uma redução acentuada de 24,6, com a eliminação de 14.900 postos de trabalho.
Relativamente aos salários, as remunerações médias líquidas dos trabalhadores por conta de outrem no Setentrião aumentaram de 751 para 1.081 euros, refletindo um propagação real de 14,9%.
O aumento foi mais significativo entre os trabalhadores com escolaridade até ao 3.º ciclo do ensino indispensável, que viram os seus salários líquidos subir de 598 para 848 euros.
Em contraste, os diplomados com ensino superior registaram uma subida salarial mais modesta, de 1.299 para 1.451 euros, o que se traduziu numa perda real de 10,9% no poder de compra.
O estudo evidencia ainda que, no Setentrião, foram criados 147,7 milénio empregos femininos e 82,3 milénio empregos masculinos, reforçando a proporção das mulheres no totalidade da população empregada, passando de 46,2% para 48,6%.
De combinação com o boletim, os contratos de trabalho estão mais estáveis aumentando a proporção de trabalhadores por conta de outrem com contrato sem termo, que passou de 79,6% para 85,3% do totalidade.
Paralelamente a levante cenário evolutivo, a taxa de desemprego no Setentrião diminuiu de 14,0% para 6,5%, aproximando-se do “limiar do pleno ocupação”, uma redução que foi transversal a todos os grupos etários, mas principalmente acentuada entre os jovens (dos 16 aos 24 anos) e entre os menos qualificados.
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