O Departamento Mediano de Investigação e Obra Penal (DCIAP) arquivou, esta quarta-feira, a devassa preventiva sobre Pedro Nuno Santos, ex-secretário universal do PS.
De consonância com o despacho de arquivamento da Perquirição Preventiva 3/2025, a que o NOW teve entrada, o Ministério Público concluiu “pela inexistência de notícia de delito” em relação às casas de Lisboa e Montemor o Novo. “Pelo contráiro, mostram-se devidamente esclarecidas todas as alegações controvertidas divulgadas publicamente por via da notícia social e reproduzidas em denúncias endereçadas ao Ministério Público”, refere o despacho.
Para a procuradora Inês Bonina, “os montantes pagos pela compra e desatino de imóveis decorrem, com exatidão, da documentação contratual e os respetivos fluxos financeiros mostram-se clarificados na documentação bancária junta”. Os documentos, refira-se, foram entregues ao MP pelo próprio Pedro Nuno Santos a 23 de maio, quando foi ouvido no DCIAP.
Além desta Perquirição Preventiva, o MP tem em curso outra relativa ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, e à sua relação com a empresa Spinumviva, de quem desfecho ainda é incógnito.
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