Dissolvido constitucionalmente esta quarta-feira o parlamento malawiano, para dar espaço a apresentação solene das candidaturas aos cargos de presidente da república, deputados e membros das assembleias locais, rumo às eleições gerais de 16 de Setembro próximo.
O pregão da rescisão do parlamento, foi proferido pela respectiva presidente daquele órgão legislativo, Catherine Gotani Hara, em conformidade com o Item 67 (1), que determina o término de uma legislatura antes do período eleitoral.
Com esta medida, todos os poderes legislativos, de supervisão e representativos dos membros do parlamento, chegaram oficialmente ao término.
No entanto de negócio com a epístola magna, o presidente da república, está permitido a reconvocar o parlamento em caso de crise constitucional ou de emergência vernáculo.
A cessação do parlamento malawiano, marca uma transição crucial no ciclo democrático do país, permitindo que os partidos políticos, candidatos à presidente da república, ao parlamento e aos governos locais, se concentrem totalmente na campanha eleitoral.
A rescisão da AR, reflecte também o compromisso do Malawi com a segurança constitucional, e as transições pacíficas.
A legislatura cessante, foi histórica por ter permanecido seis anos, contra os 5 estipulados pela constituição da república, tudo por força da derrogação dos resultados das eleições presidenciais em 2020.
Com esta rescisão do parlamento, arranca esta manhã na cidade de Lilongwe, a entrega solene das cartas de candidaturas ao missão de presidente da república, deputados e membros das assembleias locais.
Joyce Filarmónica, antiga estadista do Malawi, será a primeira a formalizar hoje a sua candidatura junto à percentagem vernáculo de eleições pelo Partido do Povo, seguida do candidato independente Adil Chilungo e Daniel Dube pelo Partido Patriótico Patriótico.
Quando faltam exclusivamente 8 semanas para os malawianos dirigirem-se às urnas, a temperatura política do país está cada vez mais intensa, com os partidos políticos a divulgarem os seus manifestos eleitorais, num processo em que a percentagem eleitoral tem a hercúlea tarefa de prometer um resultado fiável do escrutínio. (RM Blantyre)
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