“O Ministério das Finanças do Governo da República Popular da China e o Governo da Região Administrativa Próprio de Macau (RAEM) anunciaram hoje que o Governo Mediano vai exprimir obrigações nacionais em Macau, no valor de seis milénio milhões de RMB [renmimbi]”, anuncia um expedido do Gabinete de Informação Social do Governo de Macau.
 
A emissão, destinada a investidores institucionais, será feita a 16 de julho, acrescenta o gabinete.
“A emissão contínua de obrigações nacionais em Macau demonstra a valimento e o escora do Governo Mediano em relação ao cultivo das novas áreas de atividades financeiras em Macau, uma vez que o mercado obrigacionista, e a promoção do desenvolvimento diversificado da economia de Macau”, considera o governo da RAEM, que saudou a decisão das Finanças em Pequim.
A emissão “ajudará a atrair investidores internacionais para participarem no mercado obrigacionista de Macau, promoverá o desenvolvimento do mercado ‘offshore’ de RMB em Macau e aprofundará a cooperação financeira entre o Interno da China e Macau”, acrescenta o expedido.
Em outubro, a China já tinha emitido em Macau títulos de dívida no valor de cinco milénio milhões de yuan (650 milhões de euros).
O Governo de Macau tem mencionado a provável geração de uma bolsa de valores ‘offshore’, denominada em renmimbi, ligada ao papel que a região tem assumido enquanto plataforma de serviços comerciais e financeiros entre a China e os países de língua portuguesa.
Em janeiro, o regulador financeiro de Macau disse hoje que os bancos centrais de Angola e Timor–Leste estão interessados em exprimir dívida pública na região semiautónoma chinesa, para atrair investidores da China continental.
Henrietta Lau Hang Kun, membro da direção da Mando Monetária de Macau, disse que a instituição tem tentado promover o território uma vez que “uma plataforma de serviços financeiros junto dos países lusófonos”.
“Para já, ainda estamos a negociar com os países lusófonos” para que a emissão de dívida “passe cá, através de Macau, para o mercado [da China] continental”, acrescentou Henrietta Lau.
Em maio de 2019, Portugal tornou-se o primeiro país da zona euro a exprimir dívida na moeda chinesa, no valor de dois milhões de renminbi (253,4 milhões de euros).
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