Portugal estará, em duas décadas e meia, no topo da lista dos países da UE cujas finanças públicas vão enfrentar maior pressão com os custos de pensões. Apesar das reformas que, nos últimos anos, vieram sustar a subida de gastos na aposentação dos trabalhadores, a redução da população ativa associada ao envelhecimento e a perspetiva de estabilização na fardo fiscal deixarão o país somente detrás de Espanha no peso que o pagamento de pensões terá na receita fiscal e contributiva.

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