O Programa Cevar Mundial das Nações Unidas (PAM) anunciou que, no mês de Maio, prestou assistência humanitária a mais de 370 milénio pessoas afectadas pelos conflitos armados na região Setentrião de Moçambique. Num relatório, a entidade sublinhou ainda que, no momento, são necessários tapume de 157,6 milhões de dólares, para confirmar a ininterrupção das actividades no País até Novembro.

“Em Maio, o PAM assistiu 377,8 milénio beneficiários, incluindo deslocados internos e retornados, atingindo 90% do projecto para o ciclo de distribuição. A assistência, secção da resposta de emergência face à crise de movimento no Setentrião”, avançou a instituição no documento pela Lusa.

Segundo o PAM, foram enfrentados constrangimentos relacionados com o entrada rodoviário restringido a alguns locais de distribuição, principalmente no região de Quissanga, muito porquê as questões de instabilidade prevalecentes no região de Macomia. “Devido aos recursos limitados, são, presentemente, fornecidas às populações afectadas pelo conflito armado meias rações, a cada dois meses”.

O relatório descreve que, no período em estudo, foram distribuídas 5,3 milénio toneladas de víveres e transferidos tapume de 4,5 milhões de dólares, em ajuda financeira directa, para mitigar ainda os efeitos do maravilha climatológico El Niño e dos três ciclones que atingiram o País, entre Dezembro e Março.

Desde Outubro de 2017, Cabo Ténue, província rica em gás proveniente, enfrenta uma rebelião armada que já provocou milhares de mortos e gerou uma crise humanitária, resultando em mais de um milhão de deslocados internos.

Só em 2024, pelo menos 349 pessoas morreram em ataques perpetrados por grupos extremistas islâmicos na província, representando um aumento de 36% face ao ano anterior, segundo dados divulgados recentemente pelo Núcleo de Estudos Estratégicos de África (ACSS), uma instituição académica do Departamento de Resguardo do Governo norte-americano especializada na estudo de conflitos em África.

Em Abril deste ano, os ataques alastraram também à vizinha província do Niassa. Um dos episódios mais graves ocorreu na Suplente do Niassa e no Núcleo Ambiental de Mariri, no região de Mecula, onde grupos armados não estatais atacaram instalações, roubaram bens, destruíram acampamentos e uma aeroplano do parque. Estes actos resultaram na morte de, pelo menos, duas pessoas e levaram à movimento de mais de dois milénio indivíduos, 55% dos quais crianças.a d v e r t i s e m e n t

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