Em discussão está a medida do Programa do Governo que prevê, ainda de forma genérica, “maior flexibilidade no gozo de férias por iniciativa do trabalhador, com a possibilidade de compra de dias de férias, com um limite a definir contratualmente entre as partes”.


A Confederação Empresarial (CIP) quer evitar que o valor pago pela “compra” de dias adicionais de férias, proposta pelo Governo, seja deixado à negociação.


Questionados pelo Negócios no meio do WhatsApp, a larga maioria dos inquiridos concorda com a compra de dias de férias. Das 194 respostas obtidas, 116 leitores concordam totalmente e 33 escolheram a opção “concordo”. Por outro lado, 45 inquiridos discordam da “compra” de dias de férias. A medida ainda depende de regulamentação e deverá ser debatida no contextura da Concertação Social.


O Negócios quer saber a opinião dos seus leitores sobre os assuntos mais relevantes da atualidade. Para isso, vai passar a colocar regularmente questões aos subscritores do meio de WhatsApp.

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