O Governo está pronto para atrair novas tecnologias e deixou-o explícito no Programa do Governo, apresentado no último sábado, piscando o olho aos “data centers”. Com Portugal a colocar-se no planta, o Executivo quer dar incentivos à instalação e desenvolvimento de “data centers”.
Aproveitando o impulso destes espaços, que trazem vantagens para o país, o Governo está pronto para apostar nestes guardiões de dados, desde que sejam assegurados todos os níveis de segurança. Esta é também a primeira menção aos “data centers” num Programa do Governo.
Levante incentivo chega numa profundidade em que Portugal possui tapume de três dezenas de centros, de quem número deverá crescer nos próximos anos. Só o Start Campus, em Sines, tem um investimento direto de 8,5 milénio milhões de euros e prevê posicionar-se porquê o maior da Europa, aos quais se podem amplificar ainda os da Equinix, AtlasEdge e o da Altice na Covilhã.
Com o mercado em franca expansão, e isto numa profundidade em que o território vernáculo pode captar mais de 12 milénio milhões de euros em investimento nos próximos cinco anos, o novo Governo de Luís Montenegro está prudente a uma maior variedade tecnológica.
Entre outras prioridades desta legislatura está a “promoção da expansão e modernização da infraestrutura de cabos submarinos, com vista a substanciar a conectividade internacional e a competitividade do dedo do país”. Esta é outra vantagem a ser aproveitada pelo Executivo, uma vez que o território vernáculo tem atualmente 17 cabos submarinos em operação, valor que deverá aumentar para 20 no próximo ano.
Estes cabos que percorrem os oceanos são estruturas importantes para os “data centers”, energias e também para as telecomunicações. A posição geográfica privilegiada de Portugal é um dos pontos fortes para a sua procura, uma vez que se liga diretamente às Américas e também a África, fazendo concorrência a países europeus porquê França e Espanha.
Ainda nas comunicações, o Governo prepara-se para apostar nas comunicações por satélite enquanto “complemento estratégico às infraestruturas terrestres, com próprio atenção a zonas remotas ou com cobertura limitada”. Assim, o Executivo prepara-se para usar os satélites para combater as “zonas brancas”, onde a qualidade de filarmónica larga é insuficiente.
O projecto eleitoral quer substanciar as “capacidades de comunicações de emergência”, visando a “prontidão das redes” e a sua disponibilidade, numa opção ao SIRESP. Assim, o Governo que implementar “infraestruturas críticas resilientes, garantindo a perpetuidade dos serviços”.
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