
A Novabase registou um lucro de 4,98 milhões de euros no primeiro semestre do ano, numa melhoria de 76,3% face ao mesmo período do ano pretérito, quando os lucros exclusivamente ascenderam a 2,8 milhões de euros. Em expedido enviado à Percentagem do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o CEO Luís Paulo Salvado afirma que o contexto de incerteza geopolítica tem feito com que a empresa seja mais seletiva nas suas apostas. “O EBITDA totalidade aumentou 36% e o resultado líquido das operações em prolongamento quase duplicou, apesar da quebra de 6% no volume de negócios. No segmento Next-Gen, a margam EBITDA atingiu 13,2%, o valor mais proeminente de sempre”, destaca o CEO. De concordância com a nota entregue à CMVM, “66% do volume de negócios do Next-Gen é gerado fora de Portugal”, sendo que a Europa e Médio Oriente representam 94% do negócio internacional deste segmento de negócio. Entre janeiro e junho, a base de clientes da Novabase aumentou 4%, com os clientes com receitas superiores a um milhão de euros a apresentar um propagação de 6% no ano. O número de colaboradores manteve-se fixo nos 1.281, refletindo a restruturação no termo do ano pretérito. Neste semestre, a Novabase distribuiu um dividendo de 1,35 euros por ação, valor suportado por uma geração de caixa sólida. Até ao último dia do semestre, 30 de junho, a empresa atingiu uma capitalização bolsista de 305,4 milhões de euros.
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