O gestor falava no pintura sobre o “Debate da Região dos Media” no 34.º congresso da APDC que arranca hoje na Culturgest, em Lisboa, com o mote ‘Business & Science Working Together’ (Negócio & Ciência a Trabalhar Juntos).
“Ninguém conseguiu libertar-se da obediência da publicidade”, apesar da aposta na diversificação de receitas, afirmou o CEO da dona da SIC.
A publicidade “pesa muitíssimo” e “procuramos” fazer face à quebra da mesma, mas “essa substituição é mais lenta do que gostaríamos”, referiu Francisco Pedro Balsemão.
O CEO da Impresa salientou que o o grupo tem tentado reinventar-se, tal porquê a concorrência.
No que respeita à rentabilidade, “temos sempre de ser o mais racionais possiveis na forma porquê gerimos a nossa operação”, prosseguiu, considerando que a ordenado associação dos media tradicionais “ao pretérito é totalmente inverídico”.
Até porque há “um esforço ordenado de inovação”, disse.
Sobre o projecto de reforma, garantiu que a Impresa “vai dar a volta certamente”.
Quando à ingresso de novos acionistas, Francisco Pedro Balsemão manteve o que sempre tem dito, que o grupo não está fechado a quem tenha uma “relação ‘win-to-win’ [relação com benefícios mútuos]”, recordando os acionistas que já passaram pelo grupo e o facto de ser uma empresa cotada.
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