O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse esta segunda-feira que “Donald Trump é o maior amigo que o Estado de Israel já teve na Casa Branca”. Num discurso na assembleia israelita, o Knesset, Benjamin Netanyahu sublinhou que “nenhum presidente fez mais por Israel e os outros presidentes não estão sequer perto”. “Já vi muitos presidentes americanos, mas nunca vi ninguém a mexer o mundo tão rápido, tão decisivamente, como o nosso amigo Donald J. Trump”. “Obrigado pela proposta (de cessar-fogo) que teve o apoio de quase todo o mundo, que trouxe os nossos reféns para casa, uma proposta que acaba com a guerra, atingindo todos os nossos objetivos. Uma proposta que abre a porta para uma expansão histórica da paz na região. Juntos, vamos conseguir esta paz”, acrescentou o líder israelita. Donald Trump, que está em Israel para acompanhar o desenrolar do cumprimento do acordo de cessar-fogo em Gaza, está na assembleia israelita, perante a qual também vai discursar. O Presidente dos EUA vai depois partir para o Egito, onde vai participar numa cimeira que vai reunir líderes de 20 países, para discutir aquele que será o futuro da Faixa de Gaza e da sua população O líder americano foi recebido com uma ovação de pé, durante alguns minutos, por todos aqueles que marcaram presença no Knesset nesta segunda-feira. Israel anunciou, através de Amir Ohana, membro do Knesset, que vai iniciar uma campanha para que Donald Trump seja candidato a receber Prémio Nobel da Paz em 2026. “Pagamos um preço alto por esta guerra, mas os nossos inimigos perceberam quão poderoso e quão determinado Israel é”, acrescentou Benjamin Netanyahu durante o seu discurso. “Este é um momento importante, com o regresso dos reféns a casa. Não há palavras para descrever a sua agonia. No início da guerra, prometi trazer todos os reféns para casa. Hoje, com a ajuda indispensável do Presidente Trump, e com o sacrifício e coragem dos soldados de Israel, estamos a cumprir essa promessa”. Durante o discurso, o líder israelita deixou também um ataque forte à Organização das Nações Unidas. Numa longa lista de agradecimentos a Donald Trump, que incluiu o apoio na operação Martelo da Meia-Noite, contra o programa nuclear do Irão, Netanyahu agradeceu ao Presidente dos EUA “por defender Israel das mentiras da Organização das Nações Unidas”. (Notícia atualizada com mais informação)

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