advertisemen tO regulador energético da África do Sul (NERSA) aprovou, nesta quinta-feira (29), um pedido da empresa estatal de energia (Eskom), para reduzir 35% as tarifas de electricidade aplicadas a duas operações de ferrocromo em dificuldades, que enfrentam custos elevados de energia. Mais de uma dúzia de fundições encerraram no país nos últimos anos, resultando em milhares de perdas de postos de trabalho, em grande parte devido aos elevados custos de electricidade, que aumentaram mais de 900% desde 2008. A Eskom solicitou, em Dezembro, a aprovação da NERSA para uma redução tarifária a favor da Samancor Chrome e de uma joint venture entre a Glencore (GLEN.L) e a Merafe Resources (MRFJ.J), numa tentativa de evitar o encerramento de fundições e salvar empregos. As fábricas metalúrgicas iniciaram, no final do ano passado, processos para encerrar as suas fundições e despedir trabalhadores, invocando problemas de viabilidade, sobretudo relacionados com os elevados custos de electricidade. “A aprovação está condicionada ao financiamento, por parte do Governo, da diminuição que as duas empresas de ferrocromo irão pagar durante 12 meses, a partir de Janeiro de 2026”, afirmou o responsável da NERSA, Willibrod Majola, durante uma sessão informativa virtual. “O custo desse diferencial não deverá ser suportado pelos consumidores abrangidos pelas tarifas-padrão”, acrescentou Majola. A África do Sul, maior produtora mundial de minério de crómio, perdeu a sua posição para a China, principalmente devido aos elevados custos de electricidade. As fundições de elevado consumo energético combinam crómio e ferro para produzir ferrocromo, utilizado sobretudo na produção de aço. Fonte: Reuters

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