Portugal pode ser um dos países da Europa no pausa de dez anos, acredita a Associação Business Roundtable Portugal (BRP).


“Há 20 anos que não temos um sonho partilhado”, atirou o presidente da BRP na conferência que organiza nesta segunda-feira na Morada da Música, no Porto.


Carlos Moreira da Silva insiste que a geração de riqueza “é um imperativo de todos. É um muito público. Beneficia todos, muito além dos diretamente envolvidos”. O que passa, entre outros fatores, pela fardo fiscal para famílias e empresas. “Temos de expelir a derrama estadual de IRC”, insistiu, “e expelir o tax wedge. Só assim poderemos transpor da insídia do salário mínimo”, atirou.


“Temos um enorme sentido de urgência”, afirmou o presidente da organização que junta mais de quatro dezenas de grandes empresas no país.


Para isso, o país deve melhorar a capacidade de gestão e de forma muito significativa a competitividade. “Não podemos continuar a fazer o que já sabemos fazer e que já nos paga o dia de hoje. Só assim poderemos ser exigentes com os outros”, entende Carlos Moreira da Silva.

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