O primeiro-ministro disse esta terça-feira compreender as manifestações de indignação de quem tem estado a suportar com os incêndios, mas garantiu que o Governo “está a dar o supremo” para tentar mitigar os fogos que lavram no país. Questionado pelos jornalistas sobre as críticas do presidente da Câmara de Vila Real sobre o combate ao incêndio que deflagrou em 02 de agosto em Sirarelhos, Luís Montenegro respondeu que existe um dispositivo de 15 milénio operacionais e que todos os meios estão em prontidão. “Nós compreendemos que aqueles que têm sido confrontados com levante drama possam às vezes ter manifestações de indignação, é normal, mas a verdade é que todos nós estamos a dar o supremo, todos nós queremos e vamos continuar a dar o supremo”, disse, acrescentando que o Governo está concentrado em diminuir riscos e em encontrar melhores respostas. O presidente da Câmara de Vila Real, Alexandre Favaios, afirmou na segunda-feira estar na hora de ouvir a Mando Pátrio de Emergência e Proteção Social e o Governo sobre o incêndio que há 11 dias consome o concelho em “lume lento”, posteriormente uma potente reativação verificada na tarde de segunda-feira. No domingo à noite, o autarca tinha já apelado a um potente reforço de meios para o combate ao queima que desde que deflagrou, em 02 de agosto, passou por 17 aldeias deste concelho, incluindo superfície do Parque Originário do Alvão (PNA), apelando também a que os meios se mantivessem no terreno. Confrontado com as críticas, em declarações aos jornalistas à margem da protocolo de inauguração de um conjunto habitacional em Faro, Luís Montenegro acrescentou: “Nós estamos a dar tudo aquilo que temos para dar, estamos a fazer um esforço enorme e vamos continuar a fazer”, referiu. “Todos nós temos um espírito de unidade e solidariedade neste momento para podermos evitar perdas, para podermos diminuir o impacto negativo de um maravilha que infelizmente não conseguimos travar, apesar de todo o esforço que temos vindo a fazer”, concluiu. O Governo alargou a situação de alerta por um período de 48 horas, até às 23:59 de sexta-feira, em função da previsão meteorológica de tempo quente e sequioso.

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