O Presidente da República e o líder do Imamat Ismaili assinaram esta segunda-feira, 23 de Junho, um convénio de cooperação com o objectivo de substanciar as relações entre as duas partes. O documento abrange áreas uma vez que instrução, saúde, cultura, protecção ambiental e desenvolvimento socioeconómico.
Segundo o enviado da Aga Khan Development Network, durante a protocolo, Daniel Chapo afirmou que o convénio visa solidificar os laços entre Moçambique e o Imamat Ismaili e estabelecer parcerias em domínios de interesse generalidade, com foco na instrução. O governante referiu-se à visitante que realizou à Ateneu Aga Khan na Matola, província de Maputo, classificando-a uma vez que “um espaço devotado à formação de quadros”. Acrescentou que a assinatura do convénio ocorre num momento simbólico para o País, no contexto das celebrações do 50.º natalício da independência.
O líder do Imamat Ismaili destacou que o convénio representa uma ininterrupção da colaboração já existente entre as partes. Segundo afirmou, “o entendimento permitirá aprofundar a cooperação e desenvolver acções conjuntas em diferentes sectores”.
O líder ismaili encontra-se no País a invitação do Estado. Participará nas cerimónias oficiais do cinquentenário da independência, a par de outros chefes de Estado. Esta é a sua primeira visitante ao País desde que assumiu a liderança do Imamat Ismaili no início do ano, na sequência do falecimento do seu pai.
À chegada, foi recebido pela ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação. Durante a visitante, manteve encontros com a presidente da Tertúlia da República, com representantes dos grupos parlamentares e com a percentagem parlamentar de Relações Internacionais, Cooperação e Comunidades.
A Rede Aga Khan para o Desenvolvimento está presente no País desde 1998, através de entidades uma vez que a Instalação Aga Khan, Escolas Aga Khan e o Fundo Aga Khan para o Desenvolvimento Poupado.
A Instalação Aga Khan actua no País desde 2000. Desenvolve programas nas áreas da lavra, saúde, nutrição, serviço, resiliência climática e sociedade social. Em 2024, os programas chegaram directamente a mais de 150 milénio pessoas nas províncias de Cabo Franzino, Niassa, Nampula e Maputo. Através de parcerias com o Governo e organizações locais, foram abrangidas mais de 800 milénio pessoas.a d v e r t i s e m e n t
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