Na FACIM 2025, a Vodacom Moçambique apresentou o seu novo Data Center empresarial, que coloca o País na linha da frente da transformação digital na África Austral. A nova infra-estrutura revela a ambição da operadora em consolidar-se como pilar do desenvolvimento económico e tecnológico nacional. A infra-estrutura crítica anunciada pela Vodacom na mais recente edição da FACIM responde às crescentes exigências de latência reduzida, continuidade operacional, governança de dados e conformidade regulatória, factores hoje indispensáveis ​​para empresas e instituições que apostam na digitalização. Segundo Marco Marques, director dos Serviços de Cloud e Data Center, que fez uma apresentação durante o evento, este novo centro representa “um passo decisivo na evolução da empresa, que evoluir de prestadora de serviços de telecomunicações para fornecedora de soluções digitais integradas”. A visão é partilhada por José Correia Mendes, Managing Executive da área de Enterprise Business da Vodacom Moçambique, que lidera a estratégia da operadora no apoio à maturidade digital do tecido económico moçambicano. “Este é o caminho de evolução que estamos a percorrer, estar ao lado das empresas nacionais, seja de que dimensão for, naquilo que se pode dizer que é uma viragem do negócio que está a acontecer em todo o mundo, de Telco para Techcos”, assinala. Localizado na Matola, o Vodacom Business Data Center possui certificação Tier 3, atribuída pelo Uptime Institute, garantindo um uptime superior a 99,982%. A infra-estrutura opera com sistemas redundantes de energia, climatização e conectividade, e foi desenhada com base num modelo de escalabilidade modular, apto a servir desde instituições financeiras e operadores críticos de infra-estruturas até empresas de retalho, startups tecnológicas e serviços públicos. Este serviço responde a uma necessidade real de liquidez imediata em situações do quotidiano como a compra de pão, gás ou combustível, com liquidação automática Este centro permite que os clientes evitem investimentos elevados em salas técnicas próprias, beneficiando de alojamento seguro e fiável com redução de custos fixos, maior eficiência energética e segurança física e lógica de última geração. A Vodacom integrou ainda zonas específicas para startups e empresas em fase de incubação, permitindo acesso a infra-estrutura de nível empresarial sem barreiras financeiras à entrada. Cabo submarino aumenta conectividade e competitividade em todo o País Outro marco importante da presença da Vodacom Moçambique na FACIM foi o anúncio da activação de um novo cabo submarino internacional e os investimentos contínuos na fibra óptica transfronteiriça. Com isto, a VM passa de compradora de capacidade internacional a fornecedor regional, servindo países como Maláui, Tanzânia, Zimbabué e Zâmbia. Esta decisão posiciona Moçambique como um hub de interligação regional, reduzindo a dependência externa e promovendo a soberania digital. No âmbito das soluções empresariais, a operadora apresentou a sua tecnologia SD-WAN (Software Defined Wide Area Network), que permite às empresas com múltiplas localizações gerir as suas redes de forma inteligente, com ajustamento automático de tráfego, gestão centralizada, encriptação ponta-a-ponta e integração com serviços em cloud. A solução melhora o desempenho de aplicações críticas, reduz custos operacionais e assegura a continuidade dos serviços, mesmo em ambientes de conectividade instável. INCLUSÃO FINANCEIRA Complementarmente, o serviço Txova marcou a inovação no segmento de inclusão financeira. Também apresentado na FACIM, trata-se do primeiro serviço de crédito automático sobre saldo M-Pesa, que permite a realização de transacções mesmo sem fundos disponíveis, através de um limite pré-aprovado. Este serviço responde a uma necessidade real de liquidez imediata em situações do quotidiano como a compra de pão, gás ou combustível, com liquidação automática e transparente, fomentando o uso contínuo do ecossistema digital de pagamentos móveis. Com este portfólio de soluções tecnológicas, a Vodacom demonstra a sua ambição em tornar-se o parceiro principal da transformação digital de Moçambique. A operadora entrega agora ao mercado não apenas conectividade, mas uma infraestrutura robusta, resiliente, segura e pensada para a economia digital emergente. “Queremos que os nossos clientes se concentrem no que sabem fazer: crescer. Da nossa parte, garantimos que a infra-estrutura e a tecnologia estarão sempre à altura”, afirmou Marco Marques, sublinhando o papel que a Vodacom pretende desempenhar no desenvolvimento económico e digital do País. Texto & Fotografia: M4D

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