Fundada com o propósito de levar a Inteligência Artificial (IA) além da simples geração de texto, a Nelima é uma solução co-fundada pelo jovem moçambicano James Kachimila, actualmente radicado nos Estados Unidos da América. Numa era marcada pelo rápido avanço dos agentes de IA, a Nelima apresenta-se como uma inovação que pretende criar um modelo de acção capaz de servir de base para diversas actividades produtivas. A proposta é capacitar a Inteligência Artificial a agir e resolver problemas, e não apenas a escrever ou explicar conteúdos. Segundo o fundador, enquanto os LLM (Grandes Modelos de Linguagem), como o ChatGPT, se destacam na escrita e na interpretação, o agente Nelima eleva a IA a um novo nível: o da execução de tarefas complexas e multifacetadas. “Com a Nelima, estamos a construir um agente que não só conversa, mas que actua, integrando-se em diferentes sistemas para resolver problemas práticos e gerar resultados mensuráveis”, explica Kachimila, citado pela revista Kabum Digital. Para empresas, a Nelima permite processar facturas, analisar despesas e gerar relatórios completos com gráficos De acordo com a mesma fonte, a plataforma consegue transformar um único comando em linguagem natural numa sequência de milhares de tarefas automatizadas, abrangendo áreas como vendas, pesquisa, finanças e análise de dados. Com estas capacidades, acredita-se que a Nelima possa multiplicar a produtividade em vários sectores, tornando-se uma ferramenta útil tanto para indivíduos como para empresas. Entre as funções já disponíveis, destacam-se a automatização de dados e a análise de negócios. Por exemplo, um utilizador pode, com um simples comando, identificar os melhores restaurantes de uma região e receber um ficheiro com nome, endereço, contacto e avaliação, pronto para ser enviado por correio electrónico. Para empresas, a Nelima permite processar facturas, analisar despesas e gerar relatórios completos com gráficos. Com esta solução, James Kachimila posiciona-se entre os inovadores africanos “que procuram redefinir o papel do continente na revolução tecnológica global.”
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